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Embaixador Ernesto Araújo é escolhido para Relações Exteriores

Embaixador Ernesto Araújo é escolhido para Relações Exteriores

quarta, 14 de novembro de 2018, às 17h 01min
EBC

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou há pouco a indicação do embaixador Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Diplomata há 29 anos, Araújo é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty.

Bolsonaro anunciou a indicação por meio de sua conta no Twitter. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”, escreveu o presidente eleito, classificando o diplomata como um “um brilhante intelectual.”



Ernesto Araújo, de 51 anos, nasceu em Porto Alegre e é formado em Letras. Mais recentemente, o diplomata serviou na Alemanha, no Canadá e nos Estados Unidos. Atuou como subchefe de gabinete do então chanceler Mauro Vieira, de 2015 a 2016. Trabalhou nas áreas de integração regional, Mercosul, União Europeia e negociações extra-regionais.

É autor de trabalhos sobre o Mercosul e negociações extra-regionais. É casado e tem uma filha de 12 anos.

Em artigo publicado no Cadernos de Política Exterior, do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), em 2017, o embaixador propõe que o Brasil reflita e defina se quer fazer parte da concepção de Ocidente do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Uma visão do Ocidente não baseada no capitalismo e na democracia liberal, mas na recuperação do passado simbólico, da história e da cultura das nações ocidentais […] e que mostra o nacionalismo como indissociável da essência do Ocidente”, escreveu Araújo antes de, comparando a atual situação mundial a uma partida de futebol americano, acrescentar que “muita gente não sabe que o Ocidente está jogando, muito menos que está perdendo.”

Equipe ministerial

Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Nas declarações públicas, Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras.

Repercussão

Em nota, o Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores (Sinditamaraty) saudou a escolha de Araújo. "A entidade reafirma seu compromisso com a modernização das relações de trabalho em prol de todos os servidores do MRE. Desejamos êxito e sucesso na nova missão."



É possível prever e evitar incêndios florestais?

É possível prever e evitar incêndios florestais?

quarta, 14 de novembro de 2018, às 16h 52min
Terra


Mark Finney, do Serviço Florestal dos EUA, e seus colegas às vezes fazem o impensável - ateiam fogo em arbustos, por exemplo.

Eles não são, porém, incendiários - e tampouco o fogo ao qual dão início vai se alastrar ou se tornar altamente destrutivo. Trata-se de queimas controladas da vegetação para munir cientistas de mais informações sobre como as chamas passam de um galho a outro. Isso pode ajuda a prever como os incêndios se alastram.

Entre as medidas levadas em consideração por Finney e sua equipe estão a duração das chamas, sua velocidade de propagação e o tipo de troca de calor nesse processo. A equipe realiza o experimento na Nova Zelândia em áreas isoladas por barreiras para impedir que se perca o controle do fogo.

"Temos drones que nos dão uma visão do que está acontecendo do alto e temos câmeras protegidas em caixas de isolamento que são colocadas dentro do fogo", afirma.

"Geralmente, levamos um dia ou mais para arrumar todos os equipamentos e, claro, também é preciso que as condições climáticas cooperem".

Um momento crucial da história da evolução humana foi a descoberta do fogo. Já a indagação do homem moderno é saber o que faz o fogo se propagar. O fogo antecede os primeiros passos do homem na Terra.

E hoje, longe de estar sob controle, o fogo frequentemente assume a forma de um desastre causado pelo homem. Nos EUA, mais de 80% dos incêndios são causados por pessoas.

Verões muito secos e quentes

Este ano, assim como no ano passado, várias partes do planeta tiveram verões muito quentes e secos, aumentando as chances de incêndios florestais. Matas queimaram na Grécia, Suécia e Sibéria, entre outros locais.

O Estado da Califórnia, no sudoeste dos EUA, enfrenta um dos incêndios florestais mais letais de sua história. Até a noite desta terça-feira, 42 pessoas haviam morrido. A cidade de Paradise, no norte do Estado, foi reduzida a cinzas.

Há 228 desaparecidas e mais de 7 mil estruturas foram destruídas. Em todo o Estado, mais de 300 mil pessoas já foram forçadas a deixar suas casas.

Ainda não se sabe o que deu início ao fogo, mas as autoridades afirmam que, independentemente da causa, a baixa umidade e a secura do solo após um mês praticamente sem chuvas criaram as condições ideiais para que as chamas se espalhassem.

Finney espera que os dados de seus experimentos melhorem os modelos existentes usados para combater o alastramento de incêndios e ajude a proteger cidades e comunidades sob risco de destruição. Alguns dos modelos atuais são muito simplistas, ele explica.

"Há muitos fatores que não podem ser aplicados aos modelos atuais, como a variabilidade do vento, que nunca é constante em velocidade ou direção", afirma o especialista, explicando que os modelos atuais só permitem incorporar uma informação para vento, e não sua variação.

Aumento da precisão de modelos

Ao longo do tempo, contudo, a precisão dessas ferramentas tem melhorado. Em julho, foi publicada uma revisão dos modelos de incêndio da Austrália usados para prever a dispersão de fogo.

Descobriu-se na ocasião que houve um aumento significativo na acurácia dos sistemas nos últimos anos, com redução de mais de 50% no volume de erros.

E como prever os incêndios antes de eles começarem? Embora previsões exatas sejam praticamente impossíveis, a Ciência está nos dando novas e melhores formas de calcular o risco de fogo - e está nos ajudando a entender como grandes incêndios se intensificam.

Max Joseph, que se dedica a desvendar os segredos dos dados, é um desses atores. Ele é coautor de um estudo - em processo de revisão - que explorou a possibilidade de prever quais regiões nos EUA continental estão propensas a incêndios florestais com base em seus ecossistemas e características climáticas.

A equipe reuniu dados climáticos desde 1984 com informações sobre incêndios florestais que ocorreram desde então. Um modelo de computador analisou a relação entre padrões climáticos e o início do fogo.

Eles concluíram que períodos de baixa umidade - ar seco - e altas temperaturas são fortes indicadores do risco de incêndios. E são mais relevantes até do que a pluviosidade.



A forma como tais condições influenciam a disseminação do fogo varia muito de uma "ecorregião" para a outra - áreas que diferem em terreno e vegetação. Mas, ao acumular padrões de dados entre os anos 1984 e 2010, o modelo definiu com precisão a ocorrência de fogo em regiões específicas nos cinco anos subsequentes.

Segundo Joseph, 99% das ocorrências foram previstas pelo modelo.

Estimar a intensidade dos incêndios foi uma tarefa mais difícil, mas o sistema deu a Joseph esperança de que é possível melhorar a compreensão de quais áreas podem sofrer com incêndios em determinados períodos, contanto que dados meteorológicos precisos estejam disponíveis com antecedência.

"Acho que, se tivermos boas previsões do tempo, poderemos ter uma ideia muito boa do que acontecerá no ano seguinte com base neste trabalho", afirma.

Densidade de casas

Dominique Bachelet, cientista climática da Universidade do Estado de Oregon, exalta o esforço da equipe, mas sugere que há formas mais sutis de analisar os fatores abordados pelo estudo - observando, por exemplo, a densidade de moradias das regiões observadas.

O senso comum pode nos levar a crer que o risco de incêndio é diretamente proporcional à quantidade de casas em uma área - mas ele depende em grande medida da vegetação que está "disponível" para a queima.

Uma pequena habitação em uma área com vegetação muito inflamável, por exemplo, já pode provocar grande estrago.

A gama de fatores e métodos de interpretação das análises estatísticas relacionadas ao fogo é muito ampla. Por exemplo, um estudo publicado na PNAS em fevereiro descobriu a correlação entre o números de dias com mais de 2,54 mm de pluviosidade e incêndios florestais no oeste dos EUA.

Essa é uma métrica ligeiramente diferente da usada pelo grupo de Joseph, mas está em sintonia com seus achados - menos chuvas significam menos água disponível para evaporar e contribuir com a umidade. Ou seja, o ar seco é um gatilho para incêndios.

"Se a tendência de redução da precipitação continuar, o resultado será um contínuo padrão de verões quentes e secos que levarão ao aumento de períodos de graves incêndios", pontuam os autores.

Park Williams, do Observatório da Terra Lamont-Doherty, da Universidade de Columbia, diz que o verão quente de 2018 já foi uma indicação de que o ano traria incêndios intensos na Califórnia.

"Houve recordes de temperatura ao longo de toda a Califórnia no verão", ele explica. "Quando se atingem aquelas temperaturas, há fortes chances de incêndios de grandes proporções."

Localizando pontos de interesse

Para as pessoas diretamente afetadas pelos incêndios florestais, o que realmente importa é saber com antecedência se a área em que elas vivem está ameaçada.

A imprevisibilidade do clima é um fator complicador. Mas o combustível - a vegetação "disponível" para a queima - também é difícil de quantificar. O quão denso, exatamente, é um trecho da floresta? O quão seco estão os galhos caídos este verão? Há esforços para acompanhar isto, mas ainda são trabalhos em andamento.

Além disso, como humanos e a iluminação artificial são responsáveis pela maioria dos incêndios florestais, torna-se extremamente difícil, senão impossível, prever exatamente quando e onde as chamas vão surgir. Mas isto não significa que não podemos ter uma ideia.

As previsões climáticas mais precisas, com alguns dias de antecedência, são usadas por agências para criar mapas de locais propensos a incêndios nos EUA. "Mapas são produzidos todo dia e atualizados com base em condições climáticas que podem ser críticas para incêndios", afirma Finney.

Isto pode ajudar autoridades a fazer evacuações e a deslocar recursos contra incêndio aos lugares certos antes de um desastre.

Uma pessoa bastante interessada em entender como o fogo se alastra é Ellie Graeden, da RedZone Analytics, que faz de análises de incêndios florestais para clientes comerciais, incluindo companhias de seguro.

Os três fatores principais que seu sistema leva em conta, ela explica, são: vento, disponibilidade de combustível e topografia do terreno.

Munidas de informações, as companhias de seguro podem empregar suas próprias equipes para proteger as propriedades de incêndios. Ou trabalhar com quem possa proteger as propriedades. Os dados também servem para estimar o custo da destruição de um incêndio - o que ajuda a planejar como compensar os clientes.

"Fazemos avaliações e aplicamos nossos modelos durante os eventos", afirma Graeden. "Após o incidente, voltamos para avaliar o quão precisos eles foram."

Precisão de 90%

No ano passado, Graeden diz que os modelos RedZone previram, com mais de 90% de precisão, quais casas de Coffey Park, na Califórnia, seriam queimadas pelo devastador incêndio florestal que atingiu a região. No total, 3,5 mil propriedades foram destruídas pelo fogo.

Mas até essas projeções podem ser melhoradas. A especialista diz que faltam dados quantitativos bons do quanto as residências devem queimar. Sabe-se que o asfalto ou as telhas de barro são menos propensas às chamas do que a madeira, por exemplo, mas dados precisos quantificando esta diferença não estão disponíveis, afirma.

O que se espera do futuro dos incêndios florestais? Em escala global, a área total queimada por incêndios florestais está na realidade diminuindo por causa da expansão das fazendas.

Em locais específicos, no entanto, os verões quentes e secos influenciados pelas mudanças climáticas devem continuar a causar incêndios em locais não esperados, como próximo a áreas urbanas.

Bachelet acredita que o que estamos observando agora é um período em transição pouco comum. "O que cresce novamente após o fogo será mais adaptado a essas condições, então provavelmente irá produzir menos combustível", diz. Os ecossistemas em tais áreas estão "recomeçando", ela explica.



Por que sinto vontade de fazer cocô depois de tomar café?

Por que sinto vontade de fazer cocô depois de tomar café?

quarta, 14 de novembro de 2018, às 16h 47min
WomensHealth

Não há nada melhor do que uma xícara de café logo pela manhã. O cheiro energizante, o gosto doce e brilhante, e a quase garantia de que você terá vontade de fazer cocô quase imediatamente após tomá-lo. Sejamos honestas, né?

Claramente, o café é como uma chamada para seu intestino, mas por que exatamente isso acontece? Nós explicamos!

Basicamente, o café estimula o sistema digestivo. Os pesquisadores simplesmente não sabem ao certo por que ou como, embora a cafeína seja a maior suspeita de ter “culpa” nisso.

Niket Sonpal, gastroenterologista e professor assistente clínico de medicina no Touro College of Medicine (EUA), explica que “toda vez que você come, seu estômago se estica e envia um sinal para o cólon dizendo: ‘ei, algo está chegando, algo tem que sair’”.

“Seu corpo envia esses sinais através de um processo chamado peristaltismo. Trata-se de contrações musculares em todo o intestino que movimentam a comida através do sistema. E o café acelera esse processo”, diz Rudolph Bedford, gastroenterologista no Providence Saint John’s Health Center (EUA).

Além de acelerar essas contrações, Bedford explica que a cafeína também faz com que os músculos do cólon relaxem. E quando essas duas maravilhas gastrointestinais se juntam, bem… Chegou a hora de ir ao banheiro.

É por essa mesma razão que Bedford diz que algumas pessoas têm refluxo ácido quando bebem cafeína. Contudo, nesse caso, é o esfíncter do esôfago inferior que relaxa e leva ao refluxo.

Além da cafeína, a natureza ácida da bebida fermentada faz com que o corpo produza mais bile (o tipo de substância amarga e alcalina que faz seu estômago se agitar), que pode se acumular em seu intestino. O excesso de bile, portanto, é o motivo de algumas pessoas terem diarréia após beber café.

E há algo a fazer para parar de fazer cocô depois de tomar café?

Claro que a resposta mais óbvia é: beba menos café. Afinal, menos cafeína significa menos efeito laxativo. Essa também é a razão pela qual você nem sempre experimenta o mesmo efeito com refrigerante ou o chá, que tendem a ter níveis mais baixos de cafeína.

Mas se você simplesmente não consegue abandonar o café (eu te entendo), Orbuch recomenda opções mais ricas, como o expresso. Isso porque ele passa pelo processo de torrefação por mais tempo, então tem menos cafeína.

Então eu tenho que cortar a cafeína?

Bom, fazer cocô depois de beber café realmente te incomoda tanto assim? Se a resposta for sim, vá em frente e tente cortá-lo. Contudo, Bedford explica que o efeito “café seguido de cocô” não é necessariamente algo que você precise evitar. Ele conta, inclusive, que alguns de seus pacientes o bebem principalmente por causa de suas propriedades semelhantes a laxantes.

Bedford também diz que não há problemas a longo prazo associados a tomar uma xícara de café como meio de conseguir ir ao banheiro. Contudo, ele acrescenta que “a exposição constante à cafeína ou ao café quando se envelhece não torna o cólon preguiçoso ou dependente”, como algumas pessoas podem suspeitar. Então, ufa.

Mas há uma exceção. Se você tiver um trato digestivo sensível ou com algum problema digestivo, como a síndrome do intestino irritável, talvez seja necessário dispensar café para ajudar a aliviar seus sintomas.

Fora isso, vá em frente, beba aquele café e desfrute de um cocô agradável e oportuno.


É normal que a voz fique trêmula quando eu falo?

É normal que a voz fique trêmula quando eu falo?

quarta, 14 de novembro de 2018, às 16h 45min
Terra

Algum de vocês já sentiu que a voz ficou trêmula em determinadas situações? Com muitas pessoas, isso acontece de forma recorrente.

Afinal, será que é normal que a voz fique assim quando falamos? Quais são os motivos que dão esse tremor à nossa voz? Existe alguma forma de solucionar esse problema?

Na nossa conversa de hoje, vou abordar esse assunto, que costuma ser a dúvida de muitos de nós. Vamos lá?

Para compreender por quais motivos a nossa voz fica trêmula em alguns contextos específicos, é preciso entender, antes, que a voz é um importante instrumento de comunicação.

Quando pensamos em comunicação, automaticamente fazemos referência ao conteúdo da nossa fala, à mensagem verbal que uma pessoa transmite para as demais. No entanto, a linguagem não-verbal também é um modo de se expressar, aliás, é um dos principais.

Sendo assim, a voz traz consigo as emoções que carregamos. Se estamos nervosos, tendemos a demonstrar esse nervosismo, mesmo sem querer, através da nossa voz. Em fato, um dos efeitos que a ansiedade tem é, justamente, o tremor na voz.

Por essa razão, a voz tende a ficar trêmula em certas situações, em que, geralmente, nos sentimos sob pressão, temos medo ou estamos desconfortáveis por alguma razão.

O medo de falar em público é, ainda, um problema presente na vida de muitas pessoas. E é exatamente por isso que ficar com a voz trêmula durante apresentações em público (ou outros tipos de situações de exposição de fala) é tão comum.

A voz trêmula pode prejudicar minha apresentação?

Infelizmente, sim. Como dissemos no tópico anterior, voz trêmula é um dos sintomas de nervosismo. Um pouco de nervosismo é comum e faz parte da vida dos comunicadores. Ainda assim, é preciso ter em mente a enorme importância de transmitir uma imagem de segurança para aqueles que estão na plateia.

Um comunicador com a voz trêmula, geralmente, não transmite essa confiança. Ao contrário, ao mostrar o próprio nervosismo, acaba gerando no público uma certa desconfiança em relação ao que está sendo dito.

Trabalhar a linguagem não-verbal, especialmente a voz, é uma forma de impulsionar a imagem que os outros têm de nós, aumentando, assim, as chances de que as pessoas valorizem o conteúdo da nossa apresentação.

Minha voz fica trêmula quando eu falo, e agora?

Trabalhar a autoconfiança é o primeiro passo para resolver esse problema. Pela minha experiência na The Speaker, aprendi que o medo de falar em público é, na verdade, despreparo.

Quando não nos preparamos devidamente para uma apresentação, ou se não aprendemos as técnicas de oratória, o nosso nervosismo tende a aumentar consideravelmente.

Por outro lado, ao receber as orientações necessárias e, a partir delas, conseguir aprimorar as habilidades de oratória, esse medo tende a diminuir. Com isso, os efeitos psicológicos do medo de falar em público, como, por exemplo, o suor excessivo e o tremor na voz, desaparecem com o tempo.

Ou seja: se você nota que a sua voz fica trêmula em situações de exposição de fala, dedique mais tempo do seu dia a dia para impulsionar sua comunicação pessoal. Com isso, a sua autoconfiança aumentará e você poderá se expressar de forma clara, livre de problemas como o tremor na voz.

Uma das técnicas para lidar com o nervosismo é praticar a sua apresentação. Fazer um roteiro com o que você quer abordar e, em seguida, treinar (em voz alta) o que você quer dizer. Ao se familiarizar com o seu próprio discurso, a situação de fala se tornará mais confortável e, por essa razão, a ansiedade será mais fácil de controlar.

Se você fica muito nervoso em apresentações em público, reuniões de trabalho, entrevistas de emprego e outras situações similares, pense na possibilidade de fazer um curso de oratória. Dessa maneira, além de aprender mais sobre técnicas de comunicação, receberá a ajuda necessária para lidar com seus medos.

 

Respirar pela boca no exercício prejudica sua saúde bucal

Respirar pela boca no exercício prejudica sua saúde bucal

quarta, 14 de novembro de 2018, às 16h 38min
Terra

Boca seca: atletas diminuem a produção de saliva, importante pelo seu efeito tamponante e reestabelecimento do pH ideal da mucosa oral, atuando como protetor dos tecidos da boca. Por isso hidrate-se sempre.

Ponto positivo: um corpo saudável apresenta imunidade alta, uma ajuda para estar menos suscetível a desenvolver gengivite. No entanto, atletas precisam ter cuidado extra com alguns pontos.

Isotônico: opte por água e fuja dessa bebida e outras açucaradas que desgastam o esmalte do dente e podem causar cárie.

Trauma: em esportes de contato é comum o uso de protetores bucais para evitar lesões nos dentes e gengiva.


Doces são os principais vilões do paciente com diabete? Entenda

Doces são os principais vilões do paciente com diabete? Entenda

quarta, 14 de novembro de 2018, às 16h 30min
Terra

No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, houve um aumento de 61,8% no registro de casos de diabete em 10 anos. A International Diabetes Federation estima que, até 2035, 19 milhões de brasileiros terão a doença. Nesta quarta-feira, 14, é celebrado o Dia Mundial de Luta contra o Diabete.

Especialistas estão preocupados também com o alto índice de pacientes com pré-diabete. É um estágio anterior da doença, que mostra um risco alto de desenvolvê-la. "Os pacientes com quadro de pré-diabete devem mudar o estilo de vida, principalmente no que diz respeito aos hábitos alimentares e à prática de atividades físicas. Alguns fatores de risco também podem contribuir para o desenvolvimento da doença, tais como idade acima dos 45 anos, excesso de peso, sedentarismo, hipertensão, entre outros", alerta a endocrinologista Lívia Marcela, mestre em Endocrinologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Receber o diagnóstico de diabete não é fácil. Por vezes, o paciente tem a sensação de que nunca mais poderá comer nada - o que é um mito. O segredo está na distribuição de alimentos, na dieta com moderação e na monitoração da glicemia. O produto mais conhecido como o "vilão" para diabéticos é o açúcar. Mas ele é o causador da doença? Lívia Marcela responde: "O consumo de açúcar isoladamente não pode ser apontado como causa da obesidade, diabete ou outras doenças graves. O paciente deve ter uma dieta individualizada mas com o controle da ingestão de carboidratos, sobretudo os simples".

Em outubro, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, anunciou um acordo com a indústria de alimentos processados para a redução do nível de açúcar em vários produtos. A proposta inclui iogurtes, achocolatados, sucos em caixinha, refrigerantes, bolos e biscoitos. "Cada um terá um nível de redução de açúcar, que será estabelecido até 2021", disse Occhi. Para a endocrinologista Lívia Marcela, avaliar a quantidade de açúcar nos alimentos é uma tarefa bem difícil. "Não conseguimos ver o açúcar nos alimentos e até mesmo alimentos salgados possuem uma quantidade exagerada de açúcar. O consumo de açúcar não deve exceder 10% do total de calorias diárias. Alguns alimentos foram listados com suas quantidades de açúcar", disse.

Elaboramos uma lista da quantidade de açúcar em alguns alimentos que podem se tornar vilões da saúde:

- Biscoito amanteigado: predominantemente salgado, porém cada biscoito contém 1 colher de açúcar.

- Chocolate: um quadradinho de chocolate contém meia colher de açúcar.

- Petit gateau: pode conter 7 colheres de açúcar em sua composição e é um dos produtos mais açucarados que se pode encontrar.

- Iogurte: algumas opções podem conter até 2 colheres de açúcar

- Refrigerantes: 7 colheres de açúcar

- Folhados doces: de 2 a 3 colheres de açúcar. Além disso, a massa folhada torna esse tipo de alimento bastante gorduroso por levar muita manteiga na receita.

- Ketchup: cada sachê tem uma colher de açúcar.

- Biscoito recheados: 1 colher em média

Esses são só alguns alimentos que contêm o açúcar "oculto". E aí, você sabe quantas colheres de açúcar usa por dia?

Os carboidratos são responsáveis por fornecer energia às células do corpo, para isso, o organismo precisa transformá-los em açúcar e, por essa razão, eles são os nutrientes que mais elevam a glicemia. Porém, agem como o combustível para o carro. Quem elimina o carboidrato e passa a viver de salada e bife tem dores de cabeça e sente fraqueza. Pode fazer mal se consumido em excesso, porém, quando bem dosado, combinado como deve ser, pode melhorar a saúde. Os alimentos que contêm carboidratos são os cereais (arroz, milho, aveia), massas, pães, tubérculos, açúcar e frutas. Equilíbrio no cardápio é o segredo.

O tratamento da diabete começa pelos hábitos de vida saudáveis, na avaliação da endocrinologista Christiane Carvão, do Centro de Estudos e Pesquisas da Mulher. "Ao contrário do que se pensa, o diabete tipo 2, quando recém diagnosticado, pode ser curado se a pessoa logo adquirir novos hábitos de vida e fizer uso correto da medicação", explica a médica. Para a especialista, a principal forma de prevenção é ter uma vida saudável, moderando o estresse, evitando ganho excessivo de peso, praticando atividades físicas e mantendo uma alimentação saudável, rica em verduras, legumes e carnes magras.

 

Bolsonaro diz a governadores que há medidas amargas, mas necessárias

Bolsonaro diz a governadores que há medidas amargas, mas necessárias

quarta, 14 de novembro de 2018, às 15h 09min

Agência Brasil



Em seu primeiro encontro com os governadores eleitos e reeleitos em outubro, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que, por vezes, é necessário adotar “medidas que são um pouco amargas” para evitar o agravamento da crise no país. Ele não detalhou que medidas são essas, mas disse que o esforço é para evitar que o Brasil se transforme em uma Grécia. Bolsonaro lembrou que as reformas têm de passar pela Câmara e pelo Senado e pediu a compreensão dos presentes.

“Algumas medidas são um pouco amargas, mas nós não podemos tangenciar com a possibilidade de nos transformarmos naquilo que a Grécia passou, por exemplo", afirmou Bolsonaro. “Temos de buscar soluções, não apenas econômicas. Se conseguirmos diminuir a temperatura da insegurança no Brasil, a economia começa a fluir."

Bolsonaro destacou as pontencialidades do país, como a riqueza mineral, a biodiversidade, o agronegócio e o turismo. Segundo o presidente eleito, as soluções passam pelo apoio dos estados. “Não teremos outra oportunidade de mudar o Brasil. Nós temos que dar certo. Não teremos uma outra oportunidade pela frente. Temos que trabalhar unidos e irmandos nesse propósito.”

Pacto

No encontro desta quarta-feira, Bolsonaro propôs aos governadores um pacto a favor do Brasil, no esforço de buscar soluções para os problemas e contribuir na administração das dificuldades. O presidente eleito frisou que o pacto será negociado "independentemente de partido [político]. A partir deste momento não existe mais partido, nosso partido é o Brasil”, disse, sob aplausos.

Bolsonaro negou que que o Ministério do Meio Ambiente será comandada pela atriz e escritora Maitê Proença. De acordo com ele, o nome escolhido será o de uma pessoa que conhece com profundidade a questão ambiental e vai focar na concessão de licenças, que, na opinião dele, está cercada de burocracia. “Queremos preservar o meio ambiente, mas não dessa forma que está aí.”

O presidente eleito disse ter ouvido uma análise pertinente do futuro governador de Goiás, Ronaldo Caiado. “Ninguém consegue entender porque o Brasil, com a riqueza que tem, está na situação de hoje”, afirmou Bolsonaro. “Temos que destravar questões que nos colocam em situação de atraso.”

Carta

Ao ser informado pelo governador eleito de São Paulo, João Dória, de que as reivindicações dos governadores serão reunidas em uma carta, Bolsonaro afirmou que vai analisar com sua equipe cada item exposto no documento.

Ao longo desta semana, a expectativa girou do anúncio de novos nomes para compor o primeiro escalão do governo Bolsonaro. Além da pasta do Meio Ambiente, o presidente eleito poderia indicar o comando dos Ministérios da Saúde e das Relações Exteriores.

Porém, o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, afirmou que não haverá novos anúncios até sexta-feira (16).

Em Paraíso: Jovem em Ação do SEBRAE tem a participação do vice-prefeito Celso Morais

Em Paraíso: Jovem em Ação do SEBRAE tem a participação do vice-prefeito Celso Morais

quarta, 14 de novembro de 2018, às 15h 03min

Ascom



O Colégio Estadual Idalina de Paula, localizado no Setor Oeste, recebeu na manhã desta quarta-feira, dia 14, a etapa de Paraíso do Tocantins do Jovem em Ação, que é promovido pelo SEBRAE – TO, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação, com apoio da Prefeitura de Paraíso. O evento é destinado para estudantes do Ensino Médio e contou com roda de conversa com empreendedores de destaque, que compartilharam suas experiências com os jovens participantes.



O Vice-Prefeito e Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Celso Morais, participou da abertura oficial e também da conversa com os jovens sobre empreendedorismo, onde destacou sua vivência como administrador. “Hoje estamos conversando e apresentando alternativas, através de nossas experiências, para que eles sintam o desejo de empreender e tenho certeza que muitos vão tirar algo de positivo, que terá importância para o futuro desses jovens”, destaca.

O evento também contou com a participação do Superintendente do SEBRAE – TO, Omar Hennemann, da Diretora Regional de Ensino, Meirivane Arraes e dos empreendedores Fernando Schmaltz e Roberto Morais.

De acordo com Omar Hennemann, o evento será realizado em diferentes cidades do Estado, com o objetivo de atingir milhares de jovens. “Estaremos em 10 cidades do Tocantins, onde faremos 12 eventos para falarmos com 10 mil jovens, mobilizando esta juventude sobre o empreendedorismo, para que tenham este modelo mental de buscar um mercado de trabalho melhor”, informa o Superintendente.

O Jovem em Ação é parte integrante da Semana Global de Empreendedorismo. No estado do Tocantins, além de Paraíso, o evento irá percorrer até o dia 23 de novembro, as cidades de Palmas, Porto Nacional, Dianópolis, Gurupi, Guaraí, Colinas, Augustinópolis, Tocantinópolis e Araguaína.

POLÍCIA CIVIL CUMPRE MAIS UM MANDADO DE PRISÃO EM PARAÍSO DO TOCANTINS

POLÍCIA CIVIL CUMPRE MAIS UM MANDADO DE PRISÃO EM PARAÍSO DO TOCANTINS

quarta, 14 de novembro de 2018, às 14h 45min

Ascom 

 

A Polícia Civil do Tocantins, através das equipes das delegacias de Paraíso, deu cumprimento a mandado de prisão em desfavor de João Paulo Alves da Silva.

O preso, segundo a Polícia Civil, possui passagens por diversos crimes patrimoniais.

Ele volta a ficar à disposição do Poder Judiciário e responderá por novos crimes.

João Paulo já se encontra na Casa de Prisão provisória do município. 


 

Governadores eleitos estão reunidos em Brasília para discutir pacto federativo

Governadores eleitos estão reunidos em Brasília para discutir pacto federativo

quarta, 14 de novembro de 2018, às 11h 11min
Agência Brasil




Governadores eleitos e reeleitos de 17 estados e do Distrito Federal reúnem-se hoje (14), pela primeira vez, em Brasília. O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB) , disse que os governadores têm pressa para a aprovação de um novo pacto federativo. “A pauta principal é o pacto federativo, mas vamos avaliar também o tema da Previdência e o tema da governabilidade.”

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, e Paulo Guedes, confirmado para o Ministério da Economia (que reunirá Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio), confirmaram que vão participar do encontro.

Doria demostrou otimismo ao ser questionado sobre a busca de consenso entre governadores em busca do pacto. “Agora vai sair porque há uma decisão política do presidente Jair Bolsonaro de realizar um pacto federativo e será apresentado pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. Se não saiu no passado, agora vai sair.”

Segundo o governador eleito de São Paulo, o pacto contempla recursos, previstos no Orçamento para que os governadores tomem as suas decisões no que se refere aos investimentos em saúde educação, infraestrutura, obras, serviços sociais transportes públicos e segurança. “São as prioridades de praticamente todos os governadores.”

Anfitrião do encontro em Brasília, o governo eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), disse que haverá “troca de gentilezas e de amizade com oportunidade para que cada um exponha seus principais problemas". Ele também ressaltou que entre os temas de interesse comum estão a reforma da Previdência e governabilidade.

“Nós não colocamos pauta nenhuma específica sobre renegociação de dívida, reajuste”, afirmou Ibaneis Rocha. “É apenas um encontro onde cada um vai expor seus principais problemas e, a partir daí, nós vamos fazer pautas permanentes para que a gente possa, em conjunto, tratar de um novo pacto federativo que dê condições a todos os governadores de melhorar a situação de suas populações e da sociedade brasileira como um todo.”

Dívidas

O governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), reforçou o pedido de ajuda para 14 estados que estão em situação mais crítica para tomar empréstimos e tentar recuperar sua situação fiscal. Segundo ele, há um projeto em estudo para deliberação de dinheiro por financiamento do Banco Mundial.

De acordo com Caiado, a proposta é uma alternativa às regras atuais, pelas quais o Tesouro Nacional avalia a prestação de contas, o cumprimento da Lei de Responsavilidade Fiscal e da linha de prudência, entre outros parâmetros, para avalizar um empréstimo.

A proposta, ainda em construção, poderá, segundo ele, abrir condições para que os governadores eleitos para estes estados, entre eles Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro, iniciem a gestão, solucionando a folha de pagamento de servidores e minimizando efeitos da crise da saúde e segurança pública.

“Poderia criar uma condição para que cada governador mostre a capacidade de gestão e recuperação”, disse Caiado. “Não podemos esperar 1º de janeiro. Temos que nos antecipar”, acrescentou o governador eleito, informando que Goiás tem um gasto de R$ 1,2 bilhão com servidores e uma dívida consolidada de R$ 19 bilhões.

Caiado disse ter feito o apelo hoje durante encontro com Bolsonaro.

TOCANTINS

O governador Mauro Carlesse participa do encontro e também apresentará as demandas do Estado.

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