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Médicos curam câncer de mama em estágio avançado pela 1ª vez

Médicos curam câncer de mama em estágio avançado pela 1ª vez

quinta, 07 de junho de 2018, às 11h 36min

Uma americana de 49 anos é a primeira mulher do mundo a se ver livre de um câncer de mama em estágio avançado. Identificada como Judy Perkins, ela recebeu um tratamento experimental no qual células de seu próprio sistema imunológico foram colhidas, selecionadas e multiplicadas em laboratório e depois reinjetadas em seu corpo, onde atacaram tumores que já tinham se espalhado para seu fígado e outras áreas, dando-lhe então um prognóstico de apenas mais alguns poucos meses de vida.

Hoje, cerca de dois anos depois, ainda não há sinais de volta da doença. “Minha condição se deteriorou muito perto do fim, e eu tinha um tumor pressionando um nervo, o que significava que eu passava o tempo inteiro tentando não me mover para evitar a dor que se irradiava pelo meu braço”, lembrou Judy em entrevista ao jornal britânico “The Guardian”.

“Já tinha desistido de lutar. Mas depois que o tratamento dissolveu a maior parte dos meus tumores, pude ir para uma caminhada de 40 milhas (cerca de 64 km).

O caso de Judy foi relatado em artigo publicado na segunda-feira no periódico científico “Nature Medicine”. Nele, os cientistas liderados por Steven A. Rosenberg, chefe da divisão de cirurgia do Centro de Pesquisas do Câncer (CCR, na sigla em inglês) do Instituto Nacional do Câncer dos EUA (NCI, também na sigla em inglês), contam como usaram uma versão modificada de uma abordagem conhecida como “transferência adotiva de células” (ACT, ainda em sigla em inglês), que já se mostrou eficaz no combate ao melanoma, um tipo agressivo de câncer de pele, para tratar a engenheira.

Para tanto, os pesquisadores primeiro coletaram amostras de seus tumores e analisaram seu DNA em busca de mutações específicas da doença dela. Eles identificaram então quatro destas alterações genéticas que faziam com que as células tumorais produzissem quatro proteínas também mutantes.

A seguir, os cientistas colheram células do sistema imunológico da Judy conhecidas como linfócitos infiltradores de tumores (TIL, na sigla em inglês). Estas células invadem os tumores na tentativa de acabar com o câncer, mas geralmente fracassam seja por serem “fracas” demais ou muito poucas para o trabalho.

Então, os pesquisadores cultivaram bilhões de cópias dessas células de defesa da própria Judy em laboratório, selecionando as que seriam mais eficazes para encontrar e matar as células cancerosas dela ao reconhecer suas quatro proteínas mutantes. Por fim, eles injetaram cerca de 80 bilhões desses linfócitos em seu organismo conjugados com um tipo de droga imunoterápica que aumenta a eficiência do tratamento. Assim, testes feitos 42 semanas depois mostraram que ela estava livre do câncer, e permanece até agora, cerca de dois anos depois.

“Estamos falando de um tratamento personalizado do mais alto nível imaginável”, destacou Rosenberg. “As próprias mutações que causaram o câncer (de Judy) se mostraram ser seu calcanhar de Aquiles”. Judy, por seu lado, comemora esta “volta à vida”. “Já tinha pedido demissão de meu trabalho e estava planejando minha morte”, destacou ao “Guardian”.


 

CR7 deixará o Real após a Copa: "decisão irreversível"

CR7 deixará o Real após a Copa: "decisão irreversível"

quinta, 07 de junho de 2018, às 11h 24min
Terra

Cristiano Ronaldo deixou no ar após o título da Liga dos Campeões a possibilidade de não defender mais o Real Madrid na próxima temporada. E isso pode acontecer, de fato, após a Copa do Mundo. De acordo com o jornal "Record", o camisa 7 está convicto de sair do clube e tomou uma "decisão irreversível".

O principal motivo seria, principalmente, por acreditar não ter prestígio junto a Florentino Pérez, presidente do Real Madrid. De acordo com o jornal português, o mandatário teria feito promessas ao jogador, que não foram cumpridas. A última delas seria uma nova renovação de contrato após o título da Liga dos Campeões em 2016/17.

O "Record" afirma que após a vitória por 4 a 1 sobre a Juventus, o presidente teria prometido uma renovação contratual, o que aumentaria o salário de Cristiano Ronaldo. Atualmente, ele ganha 23,6 milhões de euros e passaria a receber 37 milhões de euros, livres de impostos. Mas a oferta, contudo, não chegou às mãos do jogador.

Na última terça-feira, Jorge Mendes, empresário de CR7, teria se reunido com Florentino Pérez, mas as negociações não teriam avançado. Quando o português conquistou a sua quinta Bola de Ouro na carreira, o presidente teria dito que Neymar também conseguiria tal feito se atuasse pelo Real Madrid, o que não caiu bem para o camisa 7.

Na Espanha, a imprensa trata o caso com mais cautela, mas o tom é pessimista. Segundo o "Marca", Florentino Pérez quer a permanência de Cristiano Ronaldo, mas não vê com bons olhos os constantes pedidos de aumento salarial, uma vez que ele já tem 33 anos e assinou um novo contrato há dois anos.

Caso realmente decida sair do Real Madrid, interessados não faltam. Segundo o "Record", PSG, Manchester United, Inter de Milão, Roma, Juventus e Milan estariam de olho na contratação.


Por 8 a 2, STF derruba voto impresso nas eleições de 2018

Por 8 a 2, STF derruba voto impresso nas eleições de 2018

quinta, 07 de junho de 2018, às 08h 22min

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (6), por oito votos a dois, derrubar o voto impresso nas eleições de 2018, para eventual conferência dos resultados da disputa. A maioria concordou com ação da Procuradoria Geral da República, que apontou que a medida coloca em risco o sigilo do voto.

Na prática, os ministros decidiram suspender o artigo da minirreforma eleitoral de 2015 (artigo 2ª da lei 13.165/2015), que estabeleceu: "No processo de votação eletrônica, a urna imprimirá o registro de cada voto, que será depositado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado".

Com a conclusão do julgamento, valerá a medida cautelar que derruba o voto impresso para a eleição de outubro.

O Supremo, contudo, ainda terá de julgar a questão de maneira definitiva, em data ainda não prevista, para deliberar sobre o voto impresso nos próximos pleitos.

A ação foi apresentada em fevereiro pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ela argumentou que eventual trava na impressão acarretaria intervenção de um mesário junto ao eleitor, possibilitando que conhecesse suas escolhas.

A favor de derrubar o voto impresso

O ministro Alexandre de Moraes deu o primeiro voto a favor da ação da PGR. Apontou risco de quebra do sigilo e da liberdade de escolha, pela possibilidade de mesários intervirem se falhar a impressão.

Ele cogitou a possibilidade não só dos mesários saberem as escolhas do eleitor, mas também serem usados para coagir ou ameaçar quem votou conforme os candidatos registrados.

“Poderíamos estar permitindo acordos espúrios para a votação, aonde a pessoa exigiria que determinados mesários conferissem ou tivessem a prova do voto escrito. Uma potencialidade, um risco muito grande à sigilosidade e à liberdade do voto”, afirmou.

Ele foi acompanhado pelos ministros Luís Roberto Barroso, Luiz Edson Fachin, Marco Aurélio Mello, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cármen Lúcia.

Barroso destacou que não há nenhuma "evidência de fraude ou risco à lisura das eleições, que justifiquem o risco da adoção desse voto impresso". "É questão de razoabilidade", completou.

"Seria um retrocesso e não um avanço. A democracia deve propiciar o progresso das instituições e não o retrocesso", disse a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, ao dar o voto e proclamar o resultado.

Contra a ação

Primeiro a votar, o relator da ação, ministro Gilmar Mendes, foi contra o pedido da PGR. Ele criticou o voto impresso, argumentando que a apuração eletrônica do TSE é confiável e sujeita à verificação pelos partidos.

Entendeu, porém, que a impressão aprovada pelo Congresso não contraria nenhum dispositivo da Constituição, mas deve ser implantada gradualmente, à medida em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) instalar as impressoras.

“Não se deve considerar inconstitucional a exigência do voto impresso, mas é preciso que haja todas as cautelas. A própria votação eletrônica começa em 1996 e só se universaliza em 2002. [...] É possível que, na radicalidade dessas lendas urbanas [sobre possibilidade de fraudes] que alguém descubra que o melhor é voltar ao voto manual. Se o legislador tomasse essa decisão, também precisaríamos de cláusula de transição para voltar ao sistema antigo”, afirmou.

O ministro Dias Toffoli acompanhou Gilmar Mendes, considerando que o voto impresso é prejudicial, mas que cabe ao Congresso definir a questão.

Posição do TSE

No mês passado, o TSE aprovou resolução prevendo a implantação da impressora em cerca de 30 mil (5%) das mais de 550 mil urnas a serem utilizadas nas eleições deste ano.

O presidente do TSE, ministro Luiz Fux, enviou parecer no qual afirmou que o voto impresso seria "inegável retrocesso no processo de apuração das eleições, capaz de restabelecer episódios que contaminaram as eleições brasileiras até a introdução da urna eletrônica" e que "traduz potencial violação ao princípio da eficiência da Administração, além de colocar em risco o segredo do voto, sem aparente utilidade concreta para a segurança, transparência e normalidade das eleições".

Em razão do parecer, Fux não participou do julgamento.

Ao final da discussão no plenário, Fux disse que, com a decisão, ele deverá revogar a licitação para compra das impressoras para as urnas.

Movimentos e peritos defendem voto impresso

Antes do voto do relator, movimentos de eleitores e peritos defenderam a adoção do voto impresso, ressaltando principalmente a dificuldade para um cidadão comum fazer a verificação dos resultados no sistema eletrônico.

Representante do Instituto Resgata Brasil, a advogada Bia Kicis alertou para a crescente desconfiança em relação à apuração eletrônica dos votos.

“Talvez por 15 anos ou mais o cidadão esteja alheio ao processo. Mas o cidadão brasileiro despertou e tem demonstrado a cada dia sua insatisfação. Tanto que o número de ausência de eleitores tem aumentado. Esse ano se espera de 40%”, disse.

Em nome da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Alberto Malta lembrou diversas falhas encontradas em testes públicos realizados pelo próprio TSE com técnicos externos entre 2009 e 2017 – um deles conseguiu identificar os votos pela ordem em que foram digitados na urna eletrônica, por exemplo.



G1 

Inadimplência do Fies dobra desde 2014, e 41% não pagam as parcelas há mais de três meses

Inadimplência do Fies dobra desde 2014, e 41% não pagam as parcelas há mais de três meses

quinta, 07 de junho de 2018, às 08h 16min

G1


Depois de um período de crescimento desenfreado de novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), de 2011 a 2014, o Ministério da Educação lida agora com um aumento contínuo da inadimplência dos ex-estudantes.

Dados obtidos com exclusividade pelo G1 por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que a taxa de inadimplência dobrou de 18,9%, entre dezembro de 2014, para 41% em março de 2018, período mais recente das informações repassadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

No mercado, um devedor é considerado inadimplente apenas quando está há pelo menos 90 dias sem pagar o valor devido. Em março, esse era o caso de 249.433 estudantes.

Muito maior do que a expectativa original de 10% de inadimplência, essa parcela de devedores representa 41% do total de 612.225 pessoas financiadas pelo Fies que já passaram pela fase de financiamento e a fase de carência (período em que o valor já foi inteiramente financiamento, mas o devedor ainda não precisa começar a pagar de volta), e entraram na fase de amortização.

Mesmo com o crescimento constante da inadimplência, o governo ainda não definiu as regras do Programa Especial de Regularização do Fies, que já estava incluído na MP do Novo Fies, aprovada no Senado Federal em novembro do ano passado. Ao G1, o FNDE afirmou que "ainda não há qualquer contrato vinculado a esse Programa" por causa da falta de regulamentação.

O FNDE só começou a divulgar dados sobre a inadimplência do Fies a partir de 2015, alegando que, antes o número de contratos que já estavam na fase de amortização era muito pequeno.

Atualmente, mais de 600 mil estudantes já estão pagando as parcelas do Fies, mas cada vez menos conseguem cumprir os prazos das parcelas. Em março, o total de contratos na fase de amortização, mas com atraso de um a 89 dias no pagamento de parcelas, era de 128.689. Somados aos contratos já considerados inadimplentes (com atraso de pelo menos 90 dias), eles representam 378.122.

Isso quer dizer que, em março, apenas 234.103 contratos estavam cumprindo os prazos de pagamento.

Os números mostram que o número de pessoas em dia com o Fies já é menor que os que estão com atraso de pelo menos um dia desde dezembro de 2017 (veja no gráfico abaixo):

Controle do número de novos contratos

Depois de cinco anos aceitando praticamente toda a demanda de estudantes, o Fies passou a tentar controlar o número de novos contratos e segurar o orçamento, que chegou a R$ 13,7 bilhões nas duas edições de 2014.

No primeiro semestre de 2015, depois que o número de novos contratos superou o previsto para o ano inteiro, o Ministério da Educação anunciou uma série de mudanças, como aumentar a taxa de juros, reduzir o teto da renda familiar para priorizar o financiamento dos estudantes mais pobres e de regiões estratégias, e privilegiar cursos de graduação com avaliações mais altas e considerados de necessidade mais urgente para a sociedade.

O número de novos contratos também passou a ser fixado em vagas oferecidas em um processo seletivo, que também exigia nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Com isso, em 2017 ele caiu no menor patamar em seis anos.

Medidas para 'estancar' a inadimplência

Mesmo assim, a inadimplência continuou a subir e, no ano passado, o MEC anunciou a reformulação do programa, que rebatizou de Novo Fies.

Além de mudanças sobre quem poderia participar de cada modalidade criada, novas medidas foram tomadas para limitar a liberdade das faculdades na hora de definir os preços praticados. "Nós tínhamos no modelo anterior, por exemplo, algumas instituições de ensino praticando preços exclusivos para o Fies", afirmou Rossieli.

Segundo ele, algumas instituições chegavam a cobrar, de um aluno do Fies, o triplo ou até quatro vezes mais que a mensalidade cobrada de estudantes que pagavam pelo curso do próprio bolso. "A gente não pode pagar o absurdo de diferenças como essas."

As medidas servem para prevenir que a inadimplência aumente também entre os contratos que ainda estão na fase de financiamento. Mas, para os estudantes que já demonstram dificuldade em quitar o que devem ao Fies, o programa de renegociação das dívidas ainda não saiu do papel.

"Temos um passivo de muitos alunos. Isso impede que essas pessoas, por exemplo, possam buscar um financiamento imobiliário", explicou Rossieli. "Então dar a oportunidade de renegociação é importante tanto para a sustentabilidade do programa, mas é muito importante também para as pessoas."

OIT decide hoje se o Brasil preserva acordos coletivos com trabalhador

OIT decide hoje se o Brasil preserva acordos coletivos com trabalhador

quinta, 07 de junho de 2018, às 08h 10min

Agência Brasil



O Comitê de Normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) decide nesta quinta-feira (7), em Genebra (Suíça) se aceita as explicações do governo brasileiro de que a reforma trabalhista respeita os acordos e negociações coletivas, conforme determina a chamada Convenção 98.

O Brasil foi incluído na relação de países suspeitos de violação dos direitos trabalhistas. O questionamento envolve especificamente um item relativo às negociações e aos acordos coletivos.

Os especialistas avaliam três possibilidades sobre o caso brasileiro - a primeira, que a reforma trabalhista, aprovada no final do ano passado, segue os princípios da Convenção 98. As demais alternativas são solicitar mais esclarecimentos e o envio de uma comissão de especialistas ao Brasil para analisar de perto a reforma e seus impactos.

No último dia 29, a OIT incluiu o Brasil na lista dos 24 casos considerados como mais graves de suspeita de violações de direitos trabalhistas pela Comissão de Normas, por dúvidas envolvendo a reforma trabalhista, principalmente as negociações coletivas.

O foco das críticas está na Convenção 98 da OIT.

Convenção 98

Estabelecida em 1949, a Convenção 98 define orientações sobre negociações livres e irrestritas, o que está previsto também na legislação trabalhista brasileira em vigor desde novembro de 2017. O Brasil ratificou a convenção em 1952.

Porém, em setembro do ano passado a Central Única dos Trabalhadores (CUT) entrou com uma representação de contestação na OIT, em que questiona o item relativo ao tema na reforma trabalhista, que seria aprovada em dezembro.

No questionamento, a entidade sindical afirma que a reforma poderia romper com acordos coletivos trabalhistas e retirar direitos dos trabalhadores.

Análise

Dois meses depois, em novembro de 2017, o Comitê de Peritos da organização, formado por 20 especialistas internacionais – advogados, direito do trabalho, direito internacional e direito comparado – analisou o recurso da CUT e pediu esclarecimentos ao Brasil.

Nessa etapa de análises, o comitê informou que observava “com preocupação” a reforma e que as mudanças poderiam gerar a “derrogação de direitos” - levar à anulação os acordos anteriores. Em seguida, o Ministério do Trabalho apresentou explicações.

Reações

No começo desta semana, em sessão da OIT em Genebra, o ministro do Trabalho, Helton Yomura, representantes dos empresários e dos trabalhadores apresentaram explicações por cerca de quatro horas.

Para o governo brasileiro, o Comitê de Peritos agiu politicamente, pois não havia tempo hábil para analisar os impactos da reforma trabalhista em setembro do ano passado, uma vez que foi aprovada apenas em dezembro de 2017. O governo federal defende que uma análise ocorra a partir de dois anos de vigência das novas regras.

As centrais sindicais alegam que a reforma trabalhista retirou direitos consolidados dos trabalhadores, pois haveria a possibilidade de o negociado prevalecer sobre o legislado para retirar ou reduzir direitos e de ocorrer negociação direta entre trabalhador e empregador, sem a presença sindical.

Os empresários, representados pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI), defenderam a reforma e ratificaram que ela preserva os acordos existentes, sem ameaças aos trabalhadores.

Palmeiras se impõe e derrota o Grêmio com dois de Willian

Palmeiras se impõe e derrota o Grêmio com dois de Willian

quinta, 07 de junho de 2018, às 07h 55min

O Palmeiras não se intimidou diante do Grêmio fora de casa nesta quarta-feira (6), propôs o jogo, fez pressão e impôs dificuldades aos mandantes, acostumados a verem rivais na retranca na Arena. Em duelo equilibrado e brigado, o time de Roger Machado venceu por 2 a 0, dois de Willian.

Era grande a expectativa de um bom jogo em Porto Alegre e elas foram correspondidas em campo. Os visitantes precisaram de menos de menos de três minutos para mostrarem ao Grêmio que o jogo não seria fácil. Marcos Rocha chutou rasteiro pela ponta-direita e assustou Grohe. De fora da área, Willian mandou na trave. E a pressão continuou. Só aos cinco minutos o Grêmio conseguiu trabalhar a bola.

Sofrendo pela forte marcação avançada do Palmeiras, o Grêmio achou nos chutes de longe e nas jogadas pelas laterais formas de tentar surpreender os rivais no primeiro tempo. As melhores chances tricolores surgiram desta forma. Leonardo e Luan, de fora da área, pararam em Jailson. Mas era o Palmeiras quem propunha o jogo.

Acuado em casa, o Grêmio decidiu "esfriar" a partida, valorizando a posse de bola e apostando na troca de passes no meio-campo. Sem conseguir passar da zaga alviverde, via-se envolvido nos contra-ataques. Aos 37, após dividida de Hyoran na entrada da área, a bola sobrou para Willian chutar de primeira e, mais uma vez, acertar a trave.

Na segunda etapa, os primeiros vinte minutos foram menos intensos que o primeiro tempo, mas ainda com Grêmio e Palmeiras achando espaços e tentando aproveitar oportunidades. Aos 7, pela direita, Arthur tentou cruzar e a bola encobriu Jailson e acertou a trave. Os alviverdes mostravam velocidade e levavam perigo nos contra-ataques.

Vendo o Grêmio crescer no jogo, o Palmeiras botou velocidade e foi numa jogada rápida que abriu o placar. Pela esquerda, Dudu passou por Jailson e viu Willian correr para perto da pequena área. No lançamento, o camisa 29 bateu de primeira na bola, sem chance para Grohe.

À frente no placar, o Palmeiras passou a jogar no erro do Grêmio. Em cruzamento pela direita de Hyoran, Leonardo tenta interceptar, mas a bola chega em Willian. Ele avança e chuta e saída de Grohe para ampliar. O Grêmio até tentou reagir, mas não dava mais tempo.

FICHA TÉCNICA

Grêmio 0 x 2 Palmeiras

Grêmio: Grohe; Leonardo, Bressan, Kannemann e Bruno Cortez; Maicon (Jailson), Arthur (Thonny Anderson), Lima (Pepê), Luan e Everton; André. Técnico: Renato Portaluppi.

Palmeiras: Jailson; Marcos Rocha, Luan, Thiago Martins e Victor Luis; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique (Lucas Lima), Moisés (Jean) e Hyoran; Dudu e Willian. Técnico: Roger Machado.

Gols: Willian, aos 21 e aos 41 do 2º tempo.

Amarelos: Dudu, Moisés, Felipe Melo, Hyoran, Bruno Henrique e Luan.

Juiz: Rafael Traci (PR).

Público: 28.664.

Renda: R$ 889.315,00.

Local: Arena do Grêmio.


Estadão Conteúdo

Regularidade e prestígio mundial: a evolução de Marcelo rumo à Rússia

Regularidade e prestígio mundial: a evolução de Marcelo rumo à Rússia

quarta, 06 de junho de 2018, às 12h 08min
Terra

Depois de se sagrar tetracampeão da Liga dos Campeões recentemente, na final contra o Liverpool, Marcelo quer mais. Ao lado de Casemiro, ele se tornou o brasileiro mais vitorioso da história do torneio continental de clubes mais importante do planeta, no entanto, não se dá por satisfeito e espera manter o excelente momento da carreira erguendo a tão sonhada Copa do Mundo.

Eleito em quatro oportunidades como melhor lateral-esquerdo do mundo pela Fifa, Marcelo soma pelo Real Madrid quatro Campeonatos Espanhóis, três Mundiais de Clubes, três Supercopas Europeias, três Supercopas da Espanha e duas Copas do Rei, além, é claro, das quatro Liga dos Campeões.

Quando o assunto é Seleção Brasileira, porém, o currículo de Marcelo é muito inferior. O jogador só conquistou um título com o time verde e amarelo, a Copa das Confederações de 2013, quando o Brasil venceu a Espanha na grande decisão. Embora tenha participado dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, o lateral-esquerdo não teve a mesma sorte que costuma ter no Real Madrid representando o seu país.

No Mundial da Rússia, Marcelo será unanimidade na lateral esquerda. Filipe Luís, do Atlético de Madrid, fica como opção para a vaga do jogador do Real Madrid, que também vinha disputando uma vaga na Seleção Brasileira com Alex Sandro, da Juventus, que está na lista dos 12 pré-selecionados e que deverão ser acionados por Tite caso alguém do atual elenco seja cortado do Mundial.

 

Contra racismo, lateral diz para família não ir à Copa

Contra racismo, lateral diz para família não ir à Copa

quarta, 06 de junho de 2018, às 12h 05min
Terra

O lateral-esquerdo Danny Rose disse que pediu à família dele que não vá à Rússia assisti-lo representar a seleção da Inglaterra na Copa do Mundo , que começa no próximo dia 14, por causa do histórico de racismo no país-sede da competição. De pele negra, o jogador do Tottenham afirmou que não tem esperança de que as autoridades russas e a própria Fifa vão conseguir coibir com eficiência as ofensas raciais.

"Não estou preocupado por mim. Mas falei para a minha família não ir à Rússia por causa do racismo e tudo mais que possa acontecer. Não quero me preocupar com a segurança dos meus parentes enquanto me preparo para um jogo. Qualquer coisa que aconteça comigo, nada será maior do que se minha família sofrer algum tipo de ataque", disse Rose em entrevista ao jornal inglês Evening Standard .

O lateral-esquerdo relatou a decepção do pai dele. "Ficou chateado, disse que talvez nunca mais possa me ver atuar em uma Copa do Mundo. Foi emocionante ouvir isso. É triste. De algum modo a Rússia conseguiu sediar esse Mundial e temos de lidar com isso", lamentou.

Por causa de ofensas racistas durante a vitória da França por 3 a 1 sobre a Rússia , em São Petersburgo, em março, a União Russa de Futebol foi multada em 22 mil libras (cerca de R$ 111 mil), sanção considerada "risível" por Rose.

"Multa de 22 mil libras é nojento. O que esperam com isso? Não quero soar arrogante, mas 22 mil libras não fariam diferença nem para mim. Não tenho fé no sistema de justiça, por isso não deixo nada me afetar", afirmou o jogador, alvo de cânticos racistas durante o Campeonato Europeu Sub-21 de 2012, sediado na Sérvia - na ocasião, a federação do país foi multada em 65 mil libras (aproximadamente R$ 327 mil).

Caso volte a ser alvo, Rose disse que tentará reagir com indiferença. "Estou tranquilo para qualquer coisa que possa acontecer comigo, gosto de pensar que vou agir da forma correta. Nós jogadores tivemos uma reunião. Disseram que devemos apoiar uns aos outros, questionaram o que deveríamos fazer se xingarem um dos nossos. Perguntei se a gente vai lá jogar futebol ou mudar o mundo. Eu estou anestesiado. Se eu sofrer injúria racial, eu sofri. Nada vai mudar. Não deveria ser assim, mas é", disse.

A Inglaterra vai estrear na Copa do Mundo contra a Tunísia , em 18 de junho, na Arena Volgogrado, pelo Grupo da competição, que também conta com Bélgica e Panamá .



Com boas lembranças do Carioca, Flu reencontra Fla fora do Rio

Com boas lembranças do Carioca, Flu reencontra Fla fora do Rio

quarta, 06 de junho de 2018, às 11h 53min
Terra

Nesta quinta-feira, Fluminense e Flamengo se enfrentam no Estádio Mané Garrincha, em seu primeiro encontro pelo Brasileirão 2018 e o terceiro no ano. O embate longe do Rio de Janeiro, no entanto, não é algo inédito na temporada. Isso porque as equipes fizeram um jogo pela Taça Rio e o Tricolor não tomou conhecimento dos Rubro-Negros, goleando por 4 a 0 na Arena Pantanal, em Cuiabá.

De um lado, o então técnico do Fla, Paulo César Carpegiani optou por mandar uma equipe praticamente reserva para o jogo. De outro, Abel Braga foi com força total.

Marcos Junior, duas vezes, Gilberto e Pedro marcaram os gols para o Tricolor. Desses três, apenas o lateral-direito deve entrar em campo hoje, já que foi poupado no duelo contra o Paraná justamente pensando no clássico. Os dois atacantes se recuperam de lesão no momento.

O resultado pesou para o Flamengo na frente, já que a equipe acabou em segundo lugar no grupo e, sem a vantagem do empate, foi eliminada após ficar no 1 a 1 com o próprio Fluminense na semifinal do segundo turno do Campeonato Carioca.

Do time rubro-negro que entrou em campo naquele 24 de fevereiro, Diego Alves, Léo Duarte, Cuéllar e Vinícius Júnior devem retornar como titulares no time de Maurício Barbieri.

 

ACIP DE PARAÍSO QUER DEBATER FIM DE IMPOSTO COM CANDIDATOS AO GOVERNO

ACIP DE PARAÍSO QUER DEBATER FIM DE IMPOSTO COM CANDIDATOS AO GOVERNO

terça, 05 de junho de 2018, às 21h 08min

Ascom

O Presidente da Associação Comercial e Empresarial de Paraíso do Tocantins – ACIP, Roberto Maia sugeriu ao Presidente da FACIET Fabiano do Vale que a Entidade promova um amplo debate entre os dois (2) candidatos que estão disputando a Eleição Suplementar do Tocantins, Mauro Carlesse (PHS) e Vicentinho Alves (PR) sobre a maior reivindicação da Classe Empresarial do Tocantins que é a extinção da Alíquota cobrada dos produtos adquiridos de fora do Estado e que vem sobretaxado, tornando os ainda mais caros à População Tocantinense.



Segundo o Presidente Roberto Maia “agora que já temos os dois Candidatos definidos queremos que os mesmos venha a público e se comprometa com a Classe Empresarial de acabar de vez com esse absurdo que é a cobrança de mais esse Imposto, coisa que só acontece aqui no Tocantins e em mais um Estado Brasileiro. Não podemos concordar com isso”, ponderou o Presidente .

Segundo Roberto a ACIP mais uma vez sai em defesa dos empresários e esse debate será importantíssimo para elaboração de um documento público perante a Classe.

“A FACIET tem de assumir esse papel de protagonista desse debate e vamos juntar todos os Presidentes de Associações e cobrar essa extinção” lembrou Roberto Maia.

 

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