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Prefeito Avelino visita obras em andamento em Paraíso do Tocantins

Prefeito Avelino visita obras em andamento em Paraíso do Tocantins

quarta, 08 de agosto de 2018, às 17h 45min

Ascom



O Prefeito de Paraíso do Tocantins, Moisés Avelino, acompanhado do Vice-Prefeito e Secretário de Desenvolvimento Econômico, Celso Morais, do Secretário interino de Infraestrutura, Ubiratan Carvalho, além do Diretor de Obras, o Arquiteto Kilmes Fortaleza, e do Fiscal de Obras, o Engenheiro Civil Charllington Borges, visitou na manhã desta quarta-feira, dia 8, uma série de obras que estão em andamento no município.

As visitas iniciaram no canteiro de obras da nova Praça do Setor Milena. Esta está sendo construída com recursos próprios do município, contará com quadra de areia, academia ao ar livre, playground e pista de cooper, além de quiosque.

O Prefeito e sua equipe também visitaram as obras de manutenção e pintura da Praça Daniel Milhomem, no Setor Jardim Paulista e o projeto de paisagismo, que contempla a Travessia entre os Setores Oeste e Jardim Paulista (Rua Pernambuco). Neste está sendo desenvolvido o plantio de mudas de árvores, bem como a realização de pinturas, reparos na iluminação e decoração utilizando material reciclado.

Outra obra, também visitada por Avelino nesta manhã, foi a construção da nova Creche do Jardim Paulista, fruto de convênio com o Ministério da Educação, em uma área de 1.500 m².

Obras visitadas na região sul de Paraíso



Na região sul, Moisés Avelino e equipe seguiram para o Centro de Convivência dos Idosos no Setor Pouso Alegre, que passa por reforma e ampliação. O projeto contempla também a edificação de uma nova cozinha (42 m²), hall de entrada (69 m²) e salão para eventos (224 m²), além de banheiros.

Na Praça do Estudante, no Setor Pouso Alegre, o prefeito e comitiva estiveram vistoriando a obra do Centro Esportivo: Ginásio Poliesportivo, Quadra de Areia, com arquibancadas e iluminação; espaço para práticas esportivas diversas, pista de cooper, academia ao ar livre e palco para eventos. Esta é mais uma importante parceira buscada pelo gestor, junto ao Ministério do Esporte.

A Pavimentação Asfáltica que liga o Setor Vila Regina a um importante frigorífico do município, também foi visitado nesta manhã. No total serão 5.68 Km de asfalto, construídos em parceria com a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia - SUDAM.

Moisés Avelino e Celso Morais estão otimistas com a execução das obras



Finalizando no Setor Bela Vista, onde conferiram o andamento da obra da construção de bueiro e queda d’agua na Rua Barão do Rio Branco, centro da cidade. Moisés Avelino e Celso Morais mostram-se bastantes satisfeitos com as obras em execução na cidade.

O Prefeito Moisés Avelino, comemora o número significativo de obras nas zonas urbana e rural, que estão em andamento. “Estamos ao todo com 36 obras na zona urbana e zona rural, Paraíso não para e não tem crise, pois estamos administrando com competência, determinação e honestidade. Não devemos nada, tudo que é medido é pago em dia e o funcionalismo público está com todos os direitos garantidos e salários em dia”, destaca o Prefeito.

Já Celso Morais, reforça que estas obras trarão benefícios à comunidade paraisense. “São bastantes obras que beneficiarão o povo de Paraíso, o que demonstra o compromisso da Gestão com a população”, ressalta o Vice-Prefeito.

Por sua vez, o secretário interino de Infraestrutura, Ubiratan Carvalho, enfatizou que é essencial, esse acompanhamento contínuo da administração, nos canteiros de obras. “É importante conferirmos as evoluções das obras, cobrando agilidade das empresas responsável por cada uma delas que estão executando e conferindo se a execução está saindo de acordo com o planejamento”, acrescenta.

Texto: Fernando Rios / Fotos: Rogério Ramos


ADVOGADO FILHO DE PARAÍSO, EURÍPEDES MACIEL, MORRE EM GURUPI

ADVOGADO FILHO DE PARAÍSO, EURÍPEDES MACIEL, MORRE EM GURUPI

quarta, 08 de agosto de 2018, às 17h 22min

Da Redação


Filho de família tradicional de Paraíso do Tocantins, o advogado, Eurípedes Maciel da Silva, 57, morreu na tarde desta quarta-feira, na cidade de Gurupi, sul do Tocantins.

De acordo com as informações repassadas por um membro da família, a causa da morte ocorreu após complicações nos preparativos para cirurgia de retirada de hérnia no intestino.



Eurípedes se formou em direito em Gurupi, onde atuava como advogado nas áreas cível e Criminal. Ele também atuou como professor em Paraíso do Tocantins.

O Advogado era irmão do professor Manoel Maciel da Silva, que há mais de 2 anos se encontra hospitalizado, em Palmas. Ele também era irmão do senhor Edvam Maciel, mais conhecido pelo nome de Kilambi, e João Maciel da Silva, que neste momento também se encontra hospitalizado na cidade de Pium, devido a complicações de problema de saúde ocorridos anteriormente.

O Corpo do advogado será velado na casa da família, localizada ao lado da feira coberta em Paraíso. O horário do sepultamento, que deverá ocorrer nesta quinta-feira, será informado pela família.

Em Nota,  OAB E Prefeitura de Paraíso lamentaram a morte do advogado Eurípedes Maciel nesta tarde. Segue:

OAB lamenta falecimento de Eurípedes Maciel da Silva

A OAB-TO (Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins) e a OAB Subseção de Gurupi informa e lamentam o falecimento do advogado Eurípides Maciel da Silva, 57 anos. O advogado, que morava e atuava em Gurupi, morreu nesta quarta-feira, 8 de agosto, após complicações nos preparativos para cirurgia de retirada de hérnia no intestino.

Atuando nas áreas Cível e Criminal, Eurípedes Maciel iniciou sua carreira como advogado no ano de 1995. Ele deixa a esposa Leila Ferreira Araújo, 47, e os filhos João Victor, 21, e Luís Felipe, 17. João Victor é estudante de Direito. O velório e o enterro de Eurípides Maciel vão ocorrer em Paraíso, nesta quinta-feira, 9 de agosto, à tarde. Aos familiares e amigos, a OAB-TO e a OAB de Gurupi deixam os mais sinceros votos de força.


NOTA DA PREFEITURA DE PARAÍSO


NOTA DE PESAR – EURÍPEDES MACIEL DA SILVA

A Prefeitura de Paraíso do Tocantins, em nome do prefeito Moisés Avelino, família e servidores da Gestão Municipal manifesta com profundo pesar pelo falecimento do advogado paraisense Eurípedes Maciel da Silva, ocorrido nesta quarta-feira, na cidade de Gurupi.

Eurípedes Maciel da Silva é filho de família tradicional de Paraíso do Tocantins, e exerceu com profissionalismo a advocacia nas áreas cível e criminal, além de ter ocupado outros cargos públicos.

O prefeito Moisés Avelino oportunamente presta as condolências aos familiares e amigos nesse momento de perda irreparável. Que o consolo Divinal acalente os corações de todos.


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Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Paraíso. 

 

Para especialistas, pais devem acompanhar uso da internet por crianças

Para especialistas, pais devem acompanhar uso da internet por crianças

quarta, 08 de agosto de 2018, às 15h 37min
EBC

Os pais precisam se aproximar dos filhos para evitar o uso problemático de computadores, jogos eletrônicos e celulares, defendem as especialistas que participaram hoje (7) do Workshop Impactos da Exposição de Crianças e Adolescentes na Internet. O evento foi promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

“A gente não escuta os nossos filhos, não dá importância para as necessidades deles”, enfatizou a gerente da assessoria jurídica do Nic.br, Kelli Angelini. Ela citou dados levantados pela entidade que mostram que grande parte dos adolescentes de 11 a 17 anos estão expostos a conteúdos impróprios na rede. “Será que os pais estão atentos a isso? Será que os pais sabem que 27% das meninas que responderam a pesquisa já tiveram acesso a conteúdos que estão relacionados a formas de ficar mais magro?”, exemplificou.

Usos problemáticos

O mau uso das tecnologias ou o abuso de celulares e jogos eletrônicos pode levar ao desenvolvimento de diversos problemas, de acordo com a pediatra e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Evelyn Eisenstein. “Nós já estamos vendo o primeiro sintoma: transtornos de sono. Crianças que dormem menos. Crianças para dormir bem, em uma fase de crescimento, têm que dormir entre oito e nove horas. Nós temos crianças dormindo 6 horas”, destacou.

No caso dos adolescentes, a psicóloga Evelise Galvão de Carvalho disse que muitas vezes os jogos eletrônicos são uma forma de fugir das frustrações cotidianas. Garotos com dificuldade de se socializar, por exemplo, conseguem ter vidas mais atrativas no mundo virtual, de acordo com a especialista. “Quando ele chega em casa, depois da escola, ele entra no jogo e muda tudo. E dentro do jogo ele passa a ser um avatar. Dentro do jogo ele não tem idade, não envelhece, tem uma namorada há mais de um ano. Ele passa tempo com essa pessoa, fazem coisas juntos dentro do jogo”, enumerou sobre as realizações possíveis dentro do ambiente virtual.

“Embora não seja verdadeiro o que ele está vivendo, as sensações e as reações são verdadeiras, são gratificantes”, acrescenta Evelise. Jovens nesse tipo de situação estão, segundo a psicóloga, mais predispostos a estabelecer uma relação problemática com os jogos. Isso acontece quando o jovem passa a dedicar mais energia à virtualidade do que ao mundo real, deixando até obrigações de lado para jogar.

A especialista ressalta que é preciso refletir por que a vida cotidiana é tão frustrante e desanimadora para parte dos adolescentes. “Que tipo de mundo nós estamos oferecendo para as nossas crianças e adolescentes que eles estão preferindo viver em um mundo que não é real do que viver aqui com a gente?”, questiona Evelise.

Proibição

No entanto, a psicóloga se diz contrária a proibir o uso das tecnologias pelos jovens como forma de tentar contornar os problemas. “O movimento de luta contra as tecnologias é uma guerra sem fim, que a gente nunca vai ganhar. Nós vivemos em um mundo tecnológico, não tem mais volta. A tendência é ao contrário, cada vez mais a gente vai estar inserido e vivendo com essa tecnologia”, enfatizou.

“Proibir eu não estou ensinando nada”, acrescentou ao comentar a interdição do uso de celular em algumas escolas. “A gente vem em contramão de outros países que inserem os celulares nas escolas”, ressaltou.

“Não acho que seja proibir, castigar, mas ensinar sobre o uso. Dialogar. Colocar regras, limites, saber explicar para o seu filho e sua filha o uso correto”, concordou a professora Evelyn Eisenstein.

 

 

Dias Toffoli é eleito presidente do Supremo com mandato até 2020

Dias Toffoli é eleito presidente do Supremo com mandato até 2020

quarta, 08 de agosto de 2018, às 15h 34min
EBC

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli foi eleito hoje (8) pelo plenário para ocupar o cargo de presidente da Corte a partir do próximo mês. A votação foi feita de maneira simbólica porque Toffoli é o vice-presidente da Corte e já ocuparia o cargo, conforme o regimento interno do STF.

Toffoli entrará no cargo atualmente ocupado pela ministra Cármen Lúcia, que está há dois anos na presidência do STF e não pode continuar no posto. O novo vice-presidente será o ministro Luiz Fux. Eles tomarão posse no dia 13 de setembro, e o mandato é de dois anos.

Após a votação, Toffoli agradeceu aos colegas e disse que terá grandes desafios à frente do tribunal e do Judiciário brasileiro.

"A responsabilidade neste encargo é enorme, os desafios são gigantescos, mas, se por um lado, temos essa dificuldade, até pela gestão tranquila e firme que Vossa Excelência [ministra Cármen Lúcia] teve nestes dois anos tão difíceis pela nação brasileira, com tantas demandas chegando a este STF e ao Conselho Nacional de Justiça, por outro lado, é muito facilitado”, disse Toffoli.

Toffoli tem 50 anos e foi nomeado para o STF em 2009 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de chegar ao Supremo, o ministro foi advogado-geral da União e advogado de campanhas eleitorais do PT.


 

Operação da PF investiga desvios de verbas da educação na Prefeitura de Goiatins

Operação da PF investiga desvios de verbas da educação na Prefeitura de Goiatins

quarta, 08 de agosto de 2018, às 15h 32min

Para investigar desvios de recursos públicos na Prefeitura de Goiatins, norte do estado, a Polícia Federal deflagrou a Operação Mínima Moralia nesta quarta-feira (8). São cumpridos oito mandados de busca e apreensão na cidade e nos municípios de Itacajá e Palmas. Esta é a 3ª fase da Operação Bagration, iniciada em julho de 2016. Na época, o então prefeito da cidade Vinícius Donnover Gomes e a mulher dele, Sandra Suely da Silva foram presos.

A Polícia Federal informou que foram constatadas diversas irregularidades em licitações da área da educação, como a utilização de notas fiscais em duplicidade para justificar pagamentos ilícitos, preços superfaturados e contratação de empresas de fachada.

A PF disse que as irregularidades foram descobertas após a análise de documentos e mídias apreendidos durante as outras fases da operação.

As investigações foram feitas a partir da análise das movimentações financeiras dos investigados e de relatórios emitidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) do Ministério da Fazenda.

Segundo a PF, a partir dos documentos foram descobertas diversas transferências de valores das empresas e responsáveis contratados, para ex-gestores das Prefeitura de Goiatins, o que gera indícios de desvio de recursos públicos e corrupção passiva.

O nome da operação significa Mínima Moral, qualidade ue deve pertencer ao gestor público no trato honesto e virtuoso da coisa pública, conforme a PF.

1ª Fase

A 1ª fase da operação Bagration foi realizada no dia 27 de julho de 2016. A Polícia Federal cumpriu 13 mandados de prisão em Goiatins e outras cidades do norte do Tocantins. Os envolvidos são suspeitos de integrarem uma organização criminosa que atuava no desvio de recursos públicos. Segundo a PF, a suspeita é que os prejuízos causados aos cofres da União sejam de aproximadamente R$ 10 milhões.

Foram 13 mandados de prisão, sendo nove preventivas e quatro temporárias. Entre os que tiveram a prisão preventiva decretada estão o prefeito de Goiatins, Vinícius Donnover Gomes (PSC), e a mulher dele, Sandra Suely da Silva, responsável por controlar as verbas da Saúde no município.

Também foram presos secretários, servidores, vereadores, ex-gestores e pessoas ligadas ao prefeito da época.

Em 2016, Sérgio Ferradoza, advogado do prefeito Vinícius Donnover Gomes, argumentou que o suspeito vem atestando em depoimento de que os fatos não são verdadeiros e correspondem a atos da administração anterior. Outros foram praticados por outras pessoas sem a ciência ou autorização dele. No decorrer do processo tudo será esclarecido, segundo o advogado.


Servidor do Naturatins é encontrado morto dentro da própria casa

Servidor do Naturatins é encontrado morto dentro da própria casa

quarta, 08 de agosto de 2018, às 14h 57min

Um funcionário do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) foi encontrado morto em uma casa no setor Itaipú, em Araguaína, norte do Tocantins. O corpo de Atanael Pereira dos Santos foi localizado após os vizinhos sentirem um forte mau cheiro saindo da casa dele, na tarde desta terça-feira (7).

Segundo a Polícia Militar, os vizinhos chamaram parentes do homem para entrar na casa e ver o que havia ocorrido. Santos foi encontrado em estado de decomposição. Testemunhas contaram à polícia que o homem não aparecia no serviço desde o fim da semana passada.

Ainda conforme a PM, os militares não encontraram nenhum sinal de violência praticado contra a vítima. Por isso, a suspeita é de que ele tenha morrido por causas naturais. Porém, a perícia foi chamada e o corpo levado para o IML de Araguaína. O caso foi repassado para a Polícia Civil.

O Naturatins emitiu uma nota de pesar. Segundo o instituto, o servidor era concursado do Naturatins desde o ano 2000 e trabalhava como motorista na regional de Araguaína. "Aos familiares e amigos, o Naturatins expressa os seus mais sinceros sentimentos neste momento de dor", diz nota.

 

A história de amor que levou médica brasileira com doença rara a suspender suicídio assistido

A história de amor que levou médica brasileira com doença rara a suspender suicídio assistido

quarta, 08 de agosto de 2018, às 14h 43min
Terra

Para Letícia e Guilherme, aquela última noite de março marcou a retomada de uma história de 10 anos atrás. No fim de junho, eles se casaram no civil.

Um mês antes das ligações do ex-namorado, Letícia havia decidido passar pelo procedimento de morte assistida em uma clínica na Suíça. Ela é portadora de uma rara doença crônica degenerativa e decidiu dar fim à própria vida após ser informada por médicos de que não havia tratamentos que pudessem curar a enfermidade.



Nos últimos nove anos, a médica sofreu cinco infartos e chegou a ser internada 35 vezes na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), em decorrência da doença.

No início de março, Letícia havia anunciado, por meio de uma publicação em seu Facebook, a viagem que faria para morrer na Suíça. A decisão da médica foi noticiada em portais de notícias de Cuiabá (MT), onde ela e Guilherme moram. O empresário estava em uma fila de banco, quando olhou o Facebook e se deparou com a informação em um site.

"Quando vi que a Letícia queria morrer, o meu chão desabou. Liguei para a minha mãe e comecei a chorar. A gente sempre pensa que essas coisas não acontecem com conhecidos, ainda mais sendo uma pessoa de que sempre gostei", diz Guilherme.

Depois de saber da decisão da ex-namorada, o empresário, que há anos não mantinha contato com ela, buscou formas de conseguir reencontrar a médica. Por semanas, ele ligou para a ex e não foi atendido. "A Letícia estava sempre medicada e sonolenta, então nem se atentava ao celular."

A primeira resposta que o ex obteve foi na última noite de março. "Eu tinha saído com uns amigos e passamos em frente ao prédio em que ela mora. Eu observei que a luz do apartamento dela estava acesa e pedi para pararem o carro. Desci e comecei a ligar incansavelmente", relata.

Em seu apartamento, Letícia enfrentava dificuldades para respirar e estava prestes a ser sedada com morfina por uma enfermeira, para que pudesse descansar. "Eu ouvia as chamadas do telefone a todo instante e isso me irritou muito. Pedi para a minha mãe jogar o celular fora, porque não aguentava mais aquele barulho", conta a médica.

Logo que pegou o telefone, a mãe da médica atendeu a ligação. No outro lado da linha, Guilherme pediu para falar com a ex. "Como a minha sogra me conhece há muito tempo, pediu que eu fosse ao apartamento no outro dia, para me encontrar com a Letícia", relembra o empresário. Na noite seguinte, o ex-casal se reencontrou e passou a retomar o contato.

O reencontro com o ex-namorado é considerado por Letícia como um dos principais motivos para que ela decidisse procurar tratamentos que amenizassem suas dores, pois não há medicações que possam controlar sua doença. Ela afirma que o relacionamento a deixou mais disposta e motivou a suspensão do suicídio assistido.

O namoro de 10 anos atrás

Letícia e Guilherme se conheceram em 2007. Ela é médica oftalmologista e ele estava com um grave problema de visão. "Logo que o avaliei, percebi que ele estava com uma séria infecção na retina. Fizemos o tratamento, que durou seis meses, e ele se curou", lembra a médica.

Mesmo depois de concluir o tratamento, Guilherme continuava agendando consultas com Letícia. "Eu dizia que ele não precisava mais se consultar, mas ele queria manter contato comigo e sempre pedia meu email ou telefone, mas eu nunca passava", diz. Depois de insistentes convites, a médica aceitou sair com ele. "A gente começou a fazer passeios, um passou a gostar do outro e começamos a namorar", conta Letícia.

Na época, ela havia concluído a formação em oftalmologia recentemente e tinha sido aprovada para fazer uma especialização em Boston, nos Estados Unidos. Em dois meses, após começar a se envolver com o empresário, ela iria embora do Brasil. Letícia optou por não contar ao rapaz sobre a viagem. "Eu não queria magoá-lo, porque gostava muito dele. Mas eu não poderia me envolver, porque tinha que ir estudar. Não dava para manter uma relação com tanta distância."

Letícia conta que foi se afastando do rapaz, antes de ir para Boston. "Foi uma forma que encontrei para que a despedida não fosse tão complicada. Eu não tive coragem de falar sobre a minha partida porque tinha gostado muito dele."

Guilherme somente descobriu sobre a viagem da médica dias depois de ela ir embora. "Eu fui ao consultório dos pais dela, que também são médicos, e eles me contaram. Foi muito triste."

Dois anos depois, a médica voltou ao Brasil. Na época, Guilherme estava casado. Letícia passou a trabalhar em um hospital dedicado aos cuidados com os olhos, na capital mato-grossense. Meses depois, ela foi para um congresso sobre retinas em Curitiba (PR) e conheceu um oftalmologista. "Comecei a namorar esse outro médico. Ele se mudou para Cuiabá para que a gente ficasse junto."

Ela estava com o então novo namorado, oito anos atrás, quando foi diagnosticada como portadora de dermatopolimiosite. A doença, sem cura, é autoimune - quando o organismo ataca células saudáveis do próprio corpo - e atinge os músculos e a pele. "Eu sempre fui uma pessoa muito saudável e praticava atividades físicas. Mas, de repente, comecei a ter muitos problemas de saúde e sentir muitas dores."

O relacionamento com o então namorado, segundo ela, não foi afetado pelo diagnóstico, ao menos a princípio. Eles planejavam se casar. Meses antes da cerimônia, em meados de 2013, a enfermidade de Letícia tornou-se mais intensa e ela começou a passar mal com frequência. Durante um evento de oftalmologia em Rondônia, a médica teve uma de suas maiores crises até então.

"Eu estava saindo do banho e caí. Me quebrei inteira. Tive uma fratura no fêmur, afundamento de crânio e também quebrei outras partes do corpo. Fui parar na UTI", relembra.

O grave incidente, segundo Letícia, foi fundamental para terminar o noivado. Ela relata que o então companheiro, ao vê-la sendo levada pela ambulância, não a auxiliou.

"Ele disse, na frente de um monte de gente, para eu voltar para Cuiabá, para que meus pais cuidassem de mim. Estava tudo pronto para o nosso casamento, já havia comprado o vestido de noiva e os convites já tinham sido entregues. Naquele momento, percebi que ele não seria um bom companheiro. Então, antes de ir para o hospital, entreguei a aliança de diamantes que ele havia me dado e decidi terminar o relacionamento ali mesmo."

A síndrome Asia

O estado de saúde de Letícia foi piorando com o passar dos anos. Ela revela ter desenvolvido sintomas de lúpus, passou a ter quedas constantes e desenvolveu osteoporose. Para aliviar a dor, tomava morfina a cada quatro horas.

Diante do quadro de saúde cada vez pior, ela recebeu novo diagnóstico. Há três anos, um médico do Hospital das Clínicas de São Paulo informou a Letícia que ela é portadora de uma síndrome denominada Asia (sigla em inglês para síndrome autoimune/autoinflamatória induzida por adjuvantes). A doença é recém-descoberta, ainda está em fase de estudos e não foi definitivamente reconhecida no mundo científico. Os adjuvantes, que desenvolvem a enfermidade, são elementos externos.

No caso de Letícia, ela afirma que as próteses de silicone que colocou nos seios no fim da década de 90, e se romperam anos depois, fizeram com que se tornasse portadora da síndrome. "Quando coloquei as próteses, elas não eram feitas com material totalmente inerte ao organismo, como acreditavam que fosse", diz.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica pontua que o rompimento da prótese de silicone pode causar reações, porém somente em casos raros. A entidade pondera que a Asia ainda precisa ser estudada.

Entre os sintomas da síndrome estão dores, inflamações em músculos e articulações, fadiga crônica e perda de memória. Tais dificuldades foram sentidas intensamente por Letícia ao longo dos anos. "A minha vida se resumia a entrada e saída de UTIs", conta.

O médico informou a Letícia que a Asia não possui cura, apenas tratamentos paliativos - utilizados para amenizar as dores dos pacientes. O medo de passar a vida à base de remédios e sofrendo com dores, que mesmo com medicamentos não eram completamente amenizadas, fez com que a médica decidisse buscar o suicídio assistido.

Ela encaminhou um pedido para tornar-se membro da clínica de morte assistida Dignitas, na Suíça. A médica enviou exames que atestavam seu estado de saúde. A solicitação foi aprovada pela unidade e Letícia obteve permissão para passar pelo procedimento, que custa cerca de R$ 15 mil. A Suíça permite a prática em pessoas com doenças terminais. No Brasil, o ato é considerado ilegal.

A médica explicou aos pais sobre a decisão de morrer. "Eles viam a minha dor e sabiam o quanto aquilo me fazia mal. No início, foi difícil para eles, mas acabaram aceitando. Depois, minha mãe pediu para que eu não fosse", relata. Católica, a médica chegou a conversar com padres sobre a decisão. "Eles não se opuseram, nem me apoiaram."

Depois da repercussão da publicação no Facebook, Letícia ponderou a decisão sobre a morte assistida e suspendeu o procedimento. Dias depois, recebeu um e-mail do médico israelense Yehuda Shoenfeld, um dos principais pesquisadores da síndrome Asia no mundo. Eles dialogaram sobre possíveis tratamentos que poderiam ser buscados pela brasileira.

Em entrevista à BBC News Brasil, em reportagem publicada em 29 de março, Shoenfeld afirma que a síndrome Asia não é terminal. "Tem gente que vive 94 anos e tem gente que pode viver quatro meses, assim como acontece com quem tem outras doenças autoimunes. Não significa que alguém vá morrer", diz.

No início de abril, Letícia detalha ter recebido um e-mail que a desestimulou na luta contra a síndrome. "O Shoenfeld havia proposto que eu buscasse alguns tratamentos, mas eu já havia feito todos os que ele indicava. Então, ele me disse que sentia muito, mas não tinha mais o que ser feito no meu caso", comenta.

O reencontro com o ex

Mesmo desanimada com a falta de opções de tratamentos, Letícia manteve a suspensão do procedimento de morte assistida. Segundo ela, um dos principais motivos que a fizeram querer continuar viva foi Guilherme. "Antes de ele ir à minha casa, eu não queria receber ninguém, porque pensava que estava feia e não queria visitas. Mas a minha mãe insistiu e acabei deixando que ele fosse me visitar. No nosso primeiro reencontro, conversamos muito e nem vimos a hora passar. Foi então que comecei a reaprender sobre a vida", diz a médica.

Eles retomaram o contato com frequência. Guilherme passou a visitar a Letícia diariamente. "Eu não imaginava que as coisas fossem acontecer tão rápido. Durante os 10 anos em que ficamos afastados, sempre mandava mensagens pra ela, mas nunca havia respostas. Quando eu a via na rua ou em algum lugar, meu coração disparava, mas não nos falávamos", comenta o empresário.

"Eu achava que ele tinha raiva de mim, por eu ter ido embora sem avisá-lo. Não respondia as mensagens recentes dele, durante o tratamento, porque não queria ver ninguém", justifica a médica.

Pouco mais de uma semana depois de se reaproximarem, Letícia e Guilherme voltaram a namorar. Ela, então, pediu que eles morassem juntos. "Eu falei para ele se mudar para o meu apartamento, porque não queria perder tempo. Ele me respondeu que viria, porém eu não acreditei. Mas no dia seguinte ele começou a trazer as coisas dele para a minha casa", diverte-se a médica, enquanto troca sorrisos com o agora marido.

Ao se mudar para a casa da ex, Guilherme desistiu de ir morar em Curitiba. Ele estava com a viagem planejada para o mês seguinte. "Preferi ficar com ela e recomeçar a nossa vida", diz. Uma das primeiras tarefas dele, ao recomeçar o relacionamento, foi convencer os sogros de que seria uma boa companhia para a médica.

"A Letícia sempre gostou muito do sol e eu disse para a minha sogra que iria fazer a filha dela voltar a enxergá-lo. Também expliquei para o meu sogro que eu realmente gosto dela e, por isso, tinha decidido ficar", diz Guilherme.

O empresário considera que uma de suas maiores missões, desde a retomada do relacionamento, foi aprender a cuidar da companheira. "Ele tinha muito medo de aplicar injeção na minha veia. Na primeira vez, quase desmaiou. Mas hoje ele aprendeu e faz certinho", conta Letícia, aos risos.

A ozonioterapia

Em abril, uma médica convidou Letícia para ir a São Paulo passar por tratamento com ozonioterapia, técnica que mistura gás oxigênio com ozônio e pode ser aplicada por meio de injeções ou via retal. "É um tratamento novo, mas que essa médica me disse que poderia ser muito importante nos cuidados paliativos que tenho recebido", declara.

Letícia conta que Guilherme foi fundamental para que ela decidisse passar pelo tratamento com ozonioterapia. "Eu estava desestimulada, porque não tinha mais nenhuma alternativa. Então, ele insistiu que eu fosse tentar essa terapia. Ele me convenceu e me acompanhou em São Paulo", diz. Antes de passar pelos procedimentos, ela fez exames para atestar que não teria complicações em razão do tratamento.

Ela relata que se surpreendeu com os resultados que obteve com a ozonioterapia. "Desde as primeiras sessões, comecei a me sentir muito mais disposta e os efeitos da doença não me afetaram mais como antes. Essa terapia me trouxe a vida de volta", declara.

Conforme determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM), a ozonioterapia somente pode ser aplicada em caráter experimental, ou seja, médicos não podem cobrar pela prática. O CFM argumentou que a decisão foi tomada porque não há estudos que comprovem a finalidade terapêutica do procedimento.

Presidente da Associação Brasileira de Ozonioterapia, o médico Arnoldo Souza questiona a determinação do CFM e afirma que o conselho não possui embasamentos científicos para classificar a terapia como experimental.

"Isso é fruto de desconhecimento e falta de pesquisa sobre o assunto. Países como Alemanha, Portugal, China e Itália utilizam a ozonioterapia e possuem bons resultados, sem graves complicações. Acreditamos que, no Brasil, exista algo além dos obstáculos científicos para essa resistência com a prática", afirma à BBC News Brasil.

No Congresso Nacional, tramita um Projeto de Lei que propõe a regulamentação da ozonioterapia em todo o país, como um tratamento complementar. A medida, apresentada pelo senador Valdir Raupp (MDB-RO), foi aprovada por unanimidade na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, em outubro passado. O projeto foi encaminhado para a Câmara dos Deputados, onde aguarda votação.

Atualmente, Letícia faz sessões com ozonioterapia três vezes por semana, agora em Cuiabá. "Eu me sinto muito melhor, principalmente nos dias da terapia", pontua. Apesar de haver dias em que as dores são mais intensas, ela conta que sua qualidade de vida melhorou nos últimos meses. "Os dias mais difíceis, em que não consigo nem sair da cama, diminuíram muito. Há quatro meses não tenho grandes crises em razão da síndrome e tenho consumido muito menos morfina", declara.

Ela toma remédios somente nos dias em que as dores a atingem intensamente. "Para a síndrome, em si, não tomo nada, porque não há nenhuma medicação para ou algo que possa fazer para reverter meu quadro médico", explica.

O casamento e os planos

Logo que retornaram a Cuiabá, depois das sessões iniciais de ozonioterapia em São Paulo, Letícia e Guilherme decidiram se casar no civil. A união era um sonho dos dois. "Nós queríamos que fosse o quanto antes", relata a médica.

Em 29 de junho, os dois se casaram em um cartório da capital mato-grossense. "Acreditei que fossem, no máximo, 20 pessoas. Mas quando chegamos, tinha mais de 80. Foi uma surpresa, porque tinha muita gente que não esperávamos que fosse", detalha Letícia. Depois da cerimônia, eles ganharam uma festa surpresa, organizada pela mãe da médica.

Católicos, o empresário e a médica planejam se casar na igreja no próximo ano. "É mais um sonho que vamos conquistar", diz Letícia. Para os próximos anos, o casal também possui outros planos, entre eles o de se tornarem pais. "Por mim, teríamos cinco filhos, porque quero uma família gigante, mas ainda não decidimos", afirma Guilherme.

Mesmo planejando o futuro, como não fazia há anos, Letícia não descarta a possibilidade de recorrer à morte assistida. "Eu sei que essa síndrome não tem cura. Então, por mais que eu não queira, caso venha uma crise muito forte e eu fique muito tempo em uma UTI, cheia de tubos, sei que meu nome ainda está na clínica da Suíça. O Guilherme e a minha família vão respeitar o meu direito a uma morte digna. Mas espero que isso nunca aconteça", afirma.

A declaração da médica é interrompida pelo marido. "A gente sabe que isso não vai acontecer", diz. Reticente, ele completa.

"Mas se acontecer e eu tiver que levá-la para ter uma morte digna, sem precisar passar o resto da vida em uma UTI, respeitarei a vontade dela e a levarei para a Suíça."



Cientistas criam espuma que retira agrotóxicos de alimentos

Cientistas criam espuma que retira agrotóxicos de alimentos

quarta, 08 de agosto de 2018, às 14h 41min
Terra

Pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) criaram uma espuma capaz de detectar e absorver agrotóxicos presentes na água de frutas, legumes e verduras.

A descoberta que promete diminuir o risco de problemas de saúde trazidos por essas substâncias, como o câncer, foi publicada no periódico Journal of Hazardous.

Existia a preocupação da espuma de poliuretano extrair os nutrientes dos alimentos. Os cientistas então realizaram testes que comprovaram que o produto retira apenas os agrotóxicos sem prejudicar as propriedades nutricionais dos alimentos.

Pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) criaram uma espuma capaz de detectar e absorver agrotóxicos presentes na água de frutas, legumes e verduras.

A descoberta que promete diminuir o risco de problemas de saúde trazidos por essas substâncias, como o câncer, foi publicada no periódico Journal of Hazardous.

Existia a preocupação da espuma de poliuretano extrair os nutrientes dos alimentos. Os cientistas então realizaram testes que comprovaram que o produto retira apenas os agrotóxicos sem prejudicar as propriedades nutricionais dos alimentos.

“A eficiência é em torno de 90% da espuma com resíduo, e como resíduo puro chega a 95% da remoção do pesticida”, explicou Lena Braga, engenheira química e pós-doutoranda da UFMG, ao site do jornal O Tempo.

Os resultados são animadores, mas os cientistas afirmam que a técnica ainda precisa ser aprimorada. No caso da alface, por exemplo, se a folha for colocada na água com a espuma, o pesticida não vai passar para o líquido.

A ideia dos cientistas é desenvolver um filme plástico a partir do material da espuma que, ao envolver o alimento, consiga retirar os pesticidas.

 

Dente "inflamado": como diminuir a dor

Dente "inflamado": como diminuir a dor

quarta, 08 de agosto de 2018, às 14h 39min
Terra 

Quando uma cárie não é tratada 100%, a evolução do problema pode chegar a polpa dentária. A polpa (parte mais interna do dente) é onde estão os vasos sanguíneos e os nervos, todos responsáveis pela vitalidade do dente.

Somente um dentista pode indicar o que fazer após a infecção ser identificada, os tratamentos dependem da profundidade e extensão da lesão e podem variar entre um canal e até a extração do dente.

- Após um profissional identificar que você está com um "dente inflamado", o dentista indicará um analgésico que ajuda muito no alívio da dor.

- Aplique gelo (não diretamente) na bochecha do lado inflamado durante 20 minutos.

- Bochechos com água morna e sal para garantir que nenhum alimento ficou na região. Mas cuidado: faça calmamente o bochecho para não machucar mais o lugar inflamado.

 

5 problemas na boca que podem atrapalhar atletas

5 problemas na boca que podem atrapalhar atletas

quarta, 08 de agosto de 2018, às 14h 18min
Terra


Parece impossível pensar que em um grande tenista, jogador da NBA ou craque do Barcelona pode perder uma partida importante por conta da boca. Mas é possível SIM! E vamos listar 5 cuidados que todo atleta tem que ter para não ficar de fora de uma decisão:

Higiene JÁ
Perder um dente por fata de higiene pode representar muito mais do que a óbvia falha estética. Ausências dentárias dificultam a mastigação e trituração da comida, o que pode gerar o decréscimo no processo nutricional de um atleta. Com menos energia até fadigas podem acontecer antes do esperado.

As ITES
Gegivite e periodontite são inflamações que começam na gengiva, mas podem agravar para o resto da mandíbula. Atletas perdem até 17% no condicionamento físico quando estão com alguma infecção. Além disso, esse problema aumenta o risco de algumas doenças coronarianas.

Hidratação do mal
Atletas têm o costume de tomar muitos isotônicos, mas esse consumo deve ser moderado. Com muito açúcar, a bebida é um acelerador de cáries e gengivites.

Sem juízo
Manter o siso pode causar infecções ou inflamações caso o dente esteja mal posicionado. Inclusive para esportes de contato há também o risco de fratura mandibular caso o atleta ainda tenha o dente do siso.

Pancada
Essa é especialmente para os adeptos dos esportes de contato onde traumas são maiores e frequentes, aumentando em 10% a chance de fraturas. Existe também o traumatismo funcional que acontece por conta do apertamento contínuo dos dentes durante uma partida.

 

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