Eleições 2020: Você sabia que o “terceiro candidato” pode ser um esquema contra o eleitor?

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Da Redação

 

Revelações de sonhos e propostas… Nada disso é verdadeiro. O objetivo pode ser muito dinheiro, empregos e contratos na gestão.

Nos esquemas que ocorrem durante uma campanha eleitoral, quem menos sabe o que pode estar por detrás das negociações políticas é o eleitor.

Neste primeiro momento, a discussão é sobre o “terceiro candidato”, aquele que mesmo sabendo que não tem nenhuma chance de vencer uma eleição, não faz coligação, não discute mudanças e nem tem interesse de lutar pelo bem de uma comunidade. Ele se lança como candidato a prefeito com os olhos fechados e sempre a mando de um chefe.

É exatamente aí que tal propositura necessita da avaliação dos eleitores. Esse “terceiro candidato” pode ser um esquema de quem está no poder, simplesmente para dividir a oposição. Isso já aconteceu em várias eleições no País, no Estado do Tocantins e em vários municípios.

Qual seria o verdadeiro objetivo?

O chamado “terceiro candidato” na maioria das vezes acaba sendo quem vai levar uma bolada financeira para cumprir o papel de responsável pela divisão dos votos entre os opositores de uma determinada gestão.

É ele quem, por pior que seja, consegue uma determinada quantia de votos que, somados ao candidato segundo colocado, sobressai ao primeiro. Ou seja, faz o papel de agente político para manter, a preço alto, a situação no poder.

Nesse esquema, muito dinheiro poderá estar envolvido. Tudo arrancado do suor das pessoas de bem.

A partir da eleição de 2020, quando as campanhas eleitorais de prefeito e vereador serão pagas pelo povo, o chamado fundo partidário, o esquema do “terceiro candidato” virá com mais forças ainda.

Além do “fundão” que é o dinheiro público, o agente do esquema também poderá estar levando o que jamais ganharia em outras situações, tudo para garantir que, quem estar no poder, continue administrando determinado município, mesmo que seja eleito pela minoria, principalmente nas cidade pequenas onde não existe o segundo turno..

Em 2018, na eleição para presidência da República, o esquema, PT/PMDB/PSDB entre outros, lançou vários candidatos a presidente, exatamente para garantir que um do esquema fosse ao segundo turno, e juntos, tentaram permanecer no poder. Foi por pouco.

Em municípios como Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto e Paraíso do Tocantins, esse esquema também já foi praticado no passado e deverá ocorrer este ano. O terceiro candidato nem sempre é uma válvula de escape para a democracia. Quase sempre ele é o esquema podre legalizado.

O eleitor precisa entender qual é o objetivo em jogo, para não continuar sendo usado por lobos políticos que aparecem vestidos de cordeiros, nesta época.

Ao final de uma eleição, ele, o “terceiro candidato” ainda vai às redes sociais e mídias para agradecer pelos votos que obteve. Ele sabe que, até então, seu esquema jamais seria descoberto, já que a Lei, democraticamente, dá o direito para que qualquer pessoa possa disputar uma eleição, basta cumprir os requisitos.

Silenciosamente, o “terceiro candidato” que pode se transformar em quarto e quinto concorrente, sabe que ele é o maior contribuinte pelas misérias vividas por uma determinada população.

Somente o eleitor tem o poder de dar um fim a esse esquema que, apesar de ter a proteção da legislação, é criminoso e fraudulento.

Procure saber o que está por detrás dos objetivos do terceiro candidato… e verás.

 

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