Escola cívico-militar: Mesmo com anúncio Projeto só deverá chegar ao TO no segundo semestre

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Da Redação

 

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou nesta quarta-feira, 26, a relação das escolas selecionadas para participar do programa de escolas cívico-militares, novo projeto educacional do governo Bolsonaro. Ao todo, serão 54 escolas e cada uma receberá, inicialmente, R$ 1 milhão em investimento.

Desse total, o Estado do Tocantins será beneficiado com três unidades e um dos escolhidos foi o Colégio São José Operário, que fica localizado no Setor Jardim Paulista, região norte da cidade de Paraíso do Tocantins. As outras duas ficam em Palmas e Gurupi.

Resultado de imagem para colegio são josé operário paraiso do tocantinsCOLÉGIO SÃO JOSÉ OPERÁRIO

No entanto, o projeto que é aguardado com ansiedade pela população estudantil, e seus  familiares, só deve mesmo entrar em funcionamento no Tocantins no segundo semestre de 2020, devido ao processo de implantação do novo sistema.

Diretores de escolas do Estado já participaram das duas capacitações que foram realizadas pelo MEC, no mês de dezembro, em Brasília, que teve a participação do diretor do Colégio São José Operário de Paraíso, Itanay Sabino da Silva, e em Porto Alegre, no mês de fevereiro, com a a participação do diretor do Colégio Militar, Capitão Fernando.

Ainda faltam muitos detalhes para que as escolas cívico-militares iniciem suas atividades por aqui. Mas a demora consta dentro da programação do Governo Federal, que pretende dar início às novas ações educacionais no decorrer do ano. Não foi prometido nenhuma data específica até o momento.

Enquanto isso, o Colégio Estadual São José Operário, segue funcionando normalmente em Paraíso. As orientações para a implantação do sistema de escola cívico-militar deve ocorrer em breve após o anuncio feito pelo governo na última quarta-feira.

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma parceria do MEC com o Ministério da Defesa. Cerca de mil militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares vão participar da gestão educacional das instituições. O MEC destinará R$ 54 milhões para levar a gestão de excelência cívico-militar para 54 escolas, sendo R$ 1 milhão por instituição de ensino.

 

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