Em Paraíso: Fila que dobra quarteirão mostra que uso de máscara tem que ser obrigatório

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CAIXA PARAÍSO DO TOCANTINS

Da Redação

 

Apesar de a cidade de Paraíso do Tocantins ainda não ter registrado nenhum caso prático de coronavírus, as grandes filas que se formam do lado de fora das agências bancárias mostram que, o correto, seria a prefeitura e o Comitê de Operação Emergencial – COE, determinar o uso de máscaras em todo o perímetro urbano.

Por ser uma cidade polo, Paraíso recebe diariamente centenas de pessoas de vários municípios da região, o que faz com que a precaução em relação ao covid-19 saia do controle das autoridades de saúde. Neste caso, mesmo com a população local fazendo sua parte, fica impossível assegurar o status de cidade sem a doença chinesa.

Porém, a obrigatoriedade teria que estar acompanhada de uma fiscalização regular, já que muitas falhas estão sendo observados devido à pouca quantidade de profissionais que ocupam a função de fiscais na prefeitura. Os que existem estão saturados e trbalham dia e noite.

OBSERVE O TAMANHO DA FILA NA CAIXA

Um dos exemplos aconteceu na manhã desta terça-feira, na Caixa Econômica Federal, onde uma fila com centenas de pessoas se formou que chegou dobrar um quarteirão. A grande maioria não utilizavam máscaras, o que comprova a necessidade de o município interferir de forma mais enérgica e obrigar o uso de máscaras. O fato se repete todos os dias, devido à corrida aos bancos para receber o auxilio do Governo Federal.

A situação deixa claro também, que basta uma pessoa estar contaminada com o coronavírus para infectar toda a cidade que até então se mantém protegida do covid-19.

Outro exemplo, é o fato de, aos poucos, empresas locais estarem abandonando as restrições impostas nos Decretos já publicados pela gestão. Em algumas farmácias, por exemplo, é possível ver apenas partes dos funcionários utilizando máscaras. O mesmo acontece em supermercados, auto peças, lojas de roupas e postos de gasolina.

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UMA SAÍDA

Com o advento da pandemia, vários órgãos da prefeitura municipal estão de recesso. É o caso da Secretaria de Esportes, educação e outras secretarias. Para ampliar a fiscalização, a gestão municipal poderia determinar, através de decreto, que esses servidores, ora parados, fossem transformados em fiscais do município.

De uma hora pra outra, a cidade que tem pouca gente trabalhando nas ruas para fazer cumprir as determinações, passaria a contar com um número expressivo de fiscais. Com isso, filas como a que se formou na Caixa esta segunda teria várias pessoas para fazer as orientações e fazer cumprir o distanciamento e uso de mascaras.

OUTRA SAÍDA

A própria população poderia ser incentivada a denunciar o descumprimento das normas. É natural que nenhum cliente se sente protegido quando adentra a um estabelecimento comercial e dá de cara com patrões e empregados sem máscaras. Basta convocar.

TERCEIRO REFORÇO

Junto com o COE, a prefeitura também poderia implantar o sistema Disk Coronavírus colocando à disposição dos paraisenses um número de telefono onde fosse possível fazer denúncias e receber informações sobre as ações de combate ao covid-19.

Em alguns município, essas providências já foram tomadas.

 

 

 

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