Em Paraíso: Travessia Urbana da BR-153 não reflete a receptividade de seu povo

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TRECHO URBANO DA BR-153 EM PARAÍSO DO TOCANTINS

DA REDAÇÃO

 

As milhares de pessoas que trafegam todos os dias pela BR-153 e passam por Paraíso do Tocantins podem até imaginar que neste município existe um povo que não leva em consideração a sua economia, nem tem interesse em atrair os turistas.

O problema ocorre porque, logo na chegada à cidade, a BR-153, que é de responsabilidade do Governo Federal, através do Denit, impressiona pelo abandono, há décadas.

Crateras estão espalhadas em vários trechos do perímetro urbano e não servem de atrativo para que o viajante pare na cidade. O caso não é de hoje. Durante anos Paraíso é vitima desse descaso. Todos os municípios do Estado do Tocantins cortados pela BR-153 já tiveram suas travessias urbanas construídas.

Porém, Paraíso parece não existir no mapa, não ter representante político e, principalmente, ter uma comunidade que, assim como seus representantes, não tem conhecimento da importância econômica de uma BR como a 153.

Há 11 anos, em 31 de agosto de 2009, a obra de travessia urbana de Paraíso foi lançada pelo então senador, João Ribeiro. O projeto de um anel viário era considerado moderno para a época. O trecho da BR- 153 que corta a cidade seria duplicado e facilitaria o acesso de quem passa pela rodovia à cidade.

No entanto, de lá-pra-cá, nada aconteceu. Promessas e mais promessas. Boatos e boatos que não deram em nada.

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Neste momento, a Rodovia, que deveria ser o atrativo da cidade, permanece esburacada e expulsa o grande número de clientes que viaja o Brasil por essa região.

Com isso, os empresários locais, principalmente do ramo de autopeças, restaurantes, supermercados, postos de gasolina, farmácia entre outras categorias acabam sendo os maiores prejudicados. A economia não gira.

Paraíso, que serve apenas para ser usada por políticos aziagos em tempos de eleição, nunca conseguiu o comprometimento dos governos no sentido de melhorar seu visual no perímetro urbano da 153.

Os problemas da BR, que deveria oferecer mais segurança e facilidade aos motoristas, são disfarçados e servem apenas para provocar acidentes, e mais nada.

Devido a situação, a cidade que antes sonhava ultrapassar Gurupi e se distanciar de Porto Nacional economicamente, retrocedeu e, se continuar inerte como sempre foi, brevemente perderá espaço para Guaraí e Colinas. O resultado é a existência de um povo cada vez mais pobre, submisso, e dependente de favores.

Ou seja, escravizado politicamente.

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