Gestores precisam dizer onde estão gastando o dinheiro para combater pandemia

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Da Redação/Editorial

 

Situação de Calamidade Pública e de Emergência não serão motivos plausíveis para gestores públicos gastarem, como queiram, o dinheiro que veio do Governo Federal para o combate à pandemia.

Na maioria dos municípios a população está questionando o paradeiro desses recursos que não poderão ter gastos justificados apenas com pequenas barreiras sanitárias ou divulgação de Boletim Epidemiológico e vídeos politiqueiros em redes sociais, que não geram custos.

Ao contrário de uma situação de relação entre cidade e Estado, o dinheiro da pandemia é oriundo do Governo Federal, e isso significa dizer que os maus gestores estarão da mira da Polícia Federal.

Se antes as alegações eram em relação à falta de recursos, hoje o que falta na realidade são ações efetivas de combate ao covid-19. Os casos da doença dispararam na maioria das cidades e os atos continuam o mesmos.

Quando alguns gestores resolvem falar, através das redes sociais, eles se atêm apenas nas históricas agressões às pessoas que os questionam, e não apresentam nenhum projeto que possa, de fato, tranquilizar suas comunidades. Uma mesmice que vai precisar ser investigada pela PF em breve.

As previsões relacionadas ao pico da pandemia, que seria entre junho e julho, não foram alcançadas. Esse fato revelou o desespero daqueles que esperavam contar com a sorte e a maleada “fé em seu deus” para dar o grito de vitória.

O resultado está sendo o arrefecimento do combate e a elevação dos casos de pessoas contaminadas com doença chinesa. Existem até aqueles que já se antecipam e anunciam aumento de 200% de casos em suas cidades após o fracasso inicial das “promessas”.

O que resta mesmo é a esperança. Esperança na justiça do verdadeiro Deus e na justiça dos homens. De fato, tanto uma quanto a outra:

ELAS TARDAM, MÁS NÃO FALHAM!

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