Em Paraíso: Pastor Gean Carlos da Igreja Batista Ágape é inocentado pela Justiça de acusações contra menores

0
464

Da Redação

A Igreja Batista Ágape, de Paraíso do Tocantins, publicou Nota Pública, esclarecendo à população de Paraíso do Tocantins, sobre os desdobramentos do processo de acusações de tortura e maus-tratos, contra o Pastor Gean Carlos de Souza e outras pessoas, que, supostamente, teriam sido cometidos contra menores acolhidos pelas instituições, “Casa Meninas dos Olhos de Deus” e “Casa Meninos dos Olhos de Deus” em Paraíso.

O Pastor e outras pessoas da Igreja chegaram a ser presos em 2016 e, de lá para cá, tiveram que ficar em silêncio até que uma decisão definitiva fosse proferida pela Justiça. Neste momento, Pastor Gean Carlos de Souza e as outras pessoas que foram envolvidas na acusação comemoram a decisão:

“Agora podemos divulgar esta nota, pois, neste dia seis de março de dois mil e vinte e um, a ação penal em questão foi julgada improcedente, significando a total absolvição dos réus envolvidos, a saber: Gean Carlos de Sousa – pastor da Igreja Batista Ágape; Karine Pereira Arantes – ex-administradora das casas de acolhimento e Regina Oliveira Custódio – ex-cuidadora da “Casa Meninas dos Olhos de Deus”.

Pode ser uma imagem de 5 pessoas, pessoas em pé e área interna

A Igreja vai comemorar a Decisão em uma carreata que será realizada em Paraíso nesta segunda, às 18 horas.

VEJA ÍNTEGRA DO RELATO GERAL DA IGREJA SOBRE TUDO O QUE OCORREU NESSE PERÍODO:

NOTA DE ESCLARECIMENTO À COMUNIDADE DE PARAÍSO DO TOCANTINS

A Igreja Batista Ágape vem, através desta nota, prestar esclarecimentos à comunidade da cidade de Paraíso do Tocantins acerca dos desdobramentos e decisões decorrentes da ação penal nº 0002130-61.2018.8.27.2731, oriunda das acusações de tortura e maus-tratos que teriam sido cometidos contra menores acolhidos nas instituições ligadas à igreja, conhecidas como “Casa Meninas dos Olhos de Deus” e “Casa Meninos dos Olhos de Deus”.
As acusações foram feitas em 2016 e tiveram como ponto de partida relatos de dois menores acolhidos pela instituição. O promotor à época, Guilherme XXXX, no dia XXX, dirigiu-se à casa de acolhimento, acompanhado por um policial militar e por um representante do Conselho Tutelar e, de acordo com o promotor, ficou estabelecido um flagrante de que havia duas menores trancadas em um quarto que, posteriormente, foi amplamente divulgado como sendo o “quarto do castigo”. De acordo com as acusações, as menores eram mantidas nesse quarto, trancadas e sem acesso a banheiro e à água. Nessa ocasião, a cuidadora que estava presente na casa, Regina Oliveira Custódio foi presa, sob as alegações já citadas.
Nos dias que se seguiram, foram presos o pastor da igreja, Gean Carlos de Souza, que era o presidente da instituição, e a administradora das casas, Karine Pereira Arantes.
Também houve ampla exposição das falsas acusações na mídia local, estadual e nacional, bem como nas redes sociais. Inclusive, tais publicações indicavam que pessoas da imprensa e/ou blogueiros tiveram acesso aos autos que deveriam seguir em segredo de justiça, tendo em vista que envolviam crianças e adolescentes.
O andamento do processo judicial envolveu a audição de seis menores acolhidos pelas instituições, de conselheiros tutelar dos municípios de Paraíso do Tocantins e de Miranorte, do motorista do Conselho Tutelar de Paraíso, do policial militar presente na ocasião do suposto flagrante, do psicólogo que prestava assistência nas casas, de professor voluntário que desenvolvia projetos nas instituições e de promotora de justiça e juízes que atuaram no âmbito da infância e adolescência desde que as casas foram implantadas.
A Igreja Batista Ágape entende que o evangelho de Cristo é, sem dúvida, praticado no amar e servir ao próximo e isso envolve o acolhimento, a proteção e o cuidado das pessoas, sobretudo daquelas em situação de vulnerabilidade social. Assim, compreendemos que nosso papel, como igreja, é, entre outros, sermos, para a comunidade à qual pertencemos, atuantes com vistas a minimizar os problemas sociais, oferecer apoio aos mais necessitados e cuidar dos que são marginalizados e, assim, expostos a riscos.
Essa visão foi a motivação para tomarmos a iniciativa de abrir as casas de acolhimento. Durante o tempo em que estivemos à frente da gestão das instituições procuramos oferecer cuidado, segurança, apoio emocional e espiritual e garantia dos direitos de cada criança e adolescente acolhidos. Em nenhum momento a Igreja Batista Ágape, por meio de seu pastor – Gean Carlos de Sousa – e de qualquer de seus colaboradores permitiu que fosse infringido a alguma criança/adolescente acolhido maus-tratos físicos ou psicológicos.
Entendemos que, embora estivéssemos à frente da gestão das casas, essas instituições representavam um ganho para a sociedade de Paraíso e região, já que acolhíamos menores de outras cidades. Essa nossa forma de enxergar as casas foi confirmada pelo amplo envolvimento e apoio de diversos cidadãos e comerciantes que estabeleceram parcerias conosco a fim de beneficiar os acolhidos.
Nesse sentido, sentimo-nos devedores de prestar esclarecimentos à comunidade de Paraíso do Tocantins, o que não pudemos fazer até agora, por temermos maior comprometimento junto ao judiciário, tendo em vista o envolvimento de menores. Menores esses que eram alvos do nosso cuidado e por quem cultivamos apreço e, na ocasião, nos sentíamos ainda compelidos a proteger e cuidar deles.
Não poder nos dirigir à comunidade foi motivo de grande angústia para nós, principalmente, porque vimos vasta divulgação de mentiras e falsos relatos a respeito da nossa conduta, da nossa índole e das nossas intenções. Lamentavelmente, fomos alvos de atitudes irresponsáveis de comunicadores (jornalistas, blogueiros, produtores de conteúdo para redes sociais) que, em busca de acessos, curtidas e compartilhamentos, não procuraram averiguar os relatos e fomentaram dúvidas em relação à seriedade e ao comprometimento da Igreja Batista Ágape com sua comunidade, além de cometer crimes contra a nossa honra.
Agora podemos divulgar esta nota, pois, neste dia seis de março de dois mil e vinte e um, a ação penal em questão foi julgada improcedente, significando a total absolvição dos réus envolvidos, a saber: Gean Carlos de Sousa – pastor da Igreja Batista Ágape; Karine Pereira Arantes – ex-administradora das casas de acolhimento e Regina Oliveira Custódio – ex-cuidadora da “Casa Meninas dos Olhos de Deus”.
Os depoimentos dos demais acolhidos (além dos dois que fizeram as alegações iniciais), bem como, o pronunciamento técnico do psicólogo que entrevistou os menores, indicaram que os relatos acerca de maus-tratos e do tal “quarto do castigo” eram falsos. Além destes, outros depoimentos indicaram inconsistências no suposto flagrante (relatos opostos). Queremos ressaltar que o próprio Ministério Público indicou a absolvição por reconhecer que não há provas das alegações. Não há provas porque não são verdadeiras!
Agradecemos à comunidade pela atenção e colocamo-nos à disposição para servi-los até que Cristo volte.

===

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui