Vítima de chacina em fazenda próximo a Divinópolis sabia que estava sendo procurado

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Da Redação

O arrendatário da Fazenda Chalana, Antônio Bobrovski, 63, uma das vítimas da chacina ocorrida no final da tarde deste domingo, 10, na fazenda Chalana, localizada na TO-080, entre as cidades de Divinópolis e Marianópolis, provavelmente sabia que, a qualquer momento, sua propriedade poderia ser invadida.

De acordo com informações que chegaram à nossa redação, Bobrovski tinha o costume de andar armado porque temia tentativa de vingança contra ele e sua família. A vítima teria comentado a um prestador de serviços que havia cometido um crime no sul do País, onde morava, e que os irmãos de sua vítima teriam jurado vingança. Antônio Bobrovski, segundo o informante, teria se mudado para o Tocantins devido a esse problema, e chegou a afirmar que vinha sendo ameaçado constantemente.

As informações ainda vão precisar ser confirmadas pelos investigadores do caso ocorrido nesta tarde. A Polícia Militar informou que, por enquanto, ainda não havia encontrado armas no local porque não teria sido feito o trabalho de varredura.

Como foram pegos de surpresas, as vítimas não tiveram tempo de reagir. Uma delas era um caminhoneiro. Um segundo caminhoneiro ficou ferido e foi encaminhado ao hospital de Paraíso. Haviam várias carretas e outros motoristas no pátio da fazenda, que pertence a um agropecuarista conhecido pelo nome de Amarildo, que não reside no local.

Até as 21:00 deste domingo, a perícia ainda estava no local do crime. Os corpos ainda permaneciam na fazenda e a previsão é que seria um trabalho demorado para os peritos.

Além do arrendatário, Antônio Bobrovski, outras duas pessoas morreram, seu filho Fernandez Bobrovski, 38, e o motorista Rondinei Kuntz, de 37. A família plantava soja na fazenda arrendada e este ano planejava ampliar a plantação, segundo o prestador de serviços ouvido pela reportagem.

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